13 jul 2017

Atualizada a Tabela NCM e respectiva Utrib (comércio exterior), com inclusões e exclusões de NCM.

Atualizada a Tabela NCM e respectiva Utrib (comércio exterior), com inclusões e exclusões de NCM.

Hoje, 13.07.2017, por volta das 10:30 hrs, a SEFAZ publicou em seu portal um documento que diz respeito à uma alteração em algumas faixas de NCM, alteração essa que não havia sido notificada com antecedência.

Segue abaixo avisos publicados pela Receita Federal:

“07/07/2017 – Atualizada a Tabela NCM e respectiva Utrib (comércio exterior), com inclusões e exclusões de NCM, nos termos da Resolução Camex nº 35/2017, que tem vigência a partir de 01/07/2017.”

“13/07/2017 – Na tabela divulgada dia 07/07/2017 faltava, por engano, 13 linhas correspondendo à faixa de NCMs 0811.1000 a 0814.0000 e deixou de ser informado que foram extintos os códigos 0810.9000, 2704.0010, 3206.1111, 3206.1119, 7304.5911, 7304.5919.”

Devido essa situação, empresas que utilizam essas faixas de NCM em seus produtos não conseguiam emitir nota desde ontem 12.07.2017, devido a rejeição de NCM inválido para um NCM que até então pelo que havia sido publicado pela Sefaz era válido.

Portanto, para resolução da rejeição 778 (caso o NCM dos produtos se enquadrem nos descritos acima) sugerimos que sejam seguidas as orientações da CAMEX nº35:

https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=343157

Site da Receita Federal onde pode ser conferido a nota publicada:

https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx?ehCTG=false#458

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04 jul 2017

Campus da UnB terá parque tecnológico de construção civil

Campus da UnB terá parque tecnológico de construção civil

O campus da Universidade de Brasília (UnB) localizado na região administrativa do Gama (DF) será local de construção do Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac), projeto desenvolvido em parceria com o Reino Unido voltado para a construção civil.

O parque tecnológico será criado para o desenvolvimento de produtos e processos inovadores que contribuam para a sustentabilidade ambiental e econômica de empreendimentos. O projeto é coordenado pelo Laboratório do Ambiente Construído, Inclusão e Sustentabilidade (Lacis) da UnB e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Atualmente, já existem seis centros como o Pisac na China, Estados Unidos, Europa e Chile.

Os responsáveis pela construção do espaço são o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e grupo britânico Building Research Establishment (BRE). Fundada em 1921 como instituição governamental, a BRE atua hoje como organização privada na elaboração de códigos e regulamentos de construção civil.

O MCTIC já aplicou R$ 8 milhões na fase inicial do projeto, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

“Ações de pesquisa tecnológica e inovação no setor de construção são muito importantes, ainda mais quando se tem um governo que investe tanto em moradia popular, em programas como o Minha Casa Minha Vida, com recursos do orçamento da União”, disse o secretário executivo do ministério, Elton Zacarias.

Estrutura do parque

A planta do parque de inovação tecnológica prevê a construção de quatro blocos principais e estruturas auxiliares. Nesse ambiente, soluções para a cadeia produtiva da indústria da construção serão testadas, desenvolvidas e monitoradas.

“O objetivo é elevar o desempenho ambiental, a produtividade e a qualidade da indústria e de seus produtos. Temos dez terrenos onde estamos desenvolvendo protótipos em parceria com o setor produtivo e a academia”, afirmou a diretora do Centro de Excelência BRE/UnB, Raquel Blumenschein. De acordo com Raquel, mais de 340 profissionais já estão envolvidos no desenvolvimento de protótipos.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MCTIC

Site da Noticia:http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2017/06/campus-da-unb-tera-parque-tecnologico-de-construcao-civil

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21 jun 2017

Vendas de produtos siderúrgicos ao mercado brasileiro apresentam queda de 2,2% nos cinco primeiros meses do ano.

Vendas de produtos siderúrgicos ao mercado brasileiro apresentam queda de 2,2% nos cinco primeiros meses do ano.

A produção de aço bruto foi de 14,1 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a maio de 2017, o que equivale a um aumento de 14,2% quando comparado com o ocorrido no mesmo período de 2016.

Importante ressaltar que desde o segundo semestre do ano passado a Companhia Siderúrgica do Pecem (CSP) iniciou suas operações, o que afeta a base de comparação em relação a janeiro-maio de 2016, por inflar os dados de produção de aço bruto e de semiacabados para o mesmo período em 2017.

A produção de laminados foi de 9,1 milhões de toneladas, um acréscimo de 8,1% frente ao acumulado nos mesmos meses de 2016.

As vendas internas foram de 6,6 milhões de toneladas nos cinco primeiros meses de 2017, uma queda de 2,2% em relação ao mesmo período de 2016.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 7,6 milhões de toneladas nos cinco primeiros meses de 2017. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 2,3%.

As importações cresceram 57,6% no acumulado de janeiro a maio de 2017 comparativamente ao mesmo período do ano anterior, totalizando 1,0 milhão de toneladas. Esse volume resultou em US$ 894 milhões de importações, uma alta de 35,2% na mesma base de comparação.

As exportações foram de 6,1 milhões de toneladas ou US$ 3,1 bilhões nos cinco primeiros meses de 2017, o que significa crescimento de 11,5% em volume e de 51,8% em valor, na mesma base de comparação. Também em relação às exportações, os resultados foram impactados pela entrada em operação da CSP no 2º semestre do ano passado, cuja produção é destinada majoritariamente ao mercado externo.

Dados de Maio de 2017:

Em maio de 2017, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, uma expansão de 13,2% frente ao mesmo mês de 2016, aumento este influenciado pela entrada em operação da Companhia Siderúrgica do Pecem (CSP) no 2º semestre do ano passado.

Já a produção de laminados foi de 1,8 milhão de toneladas, aumento de 5,0% quando comparada a maio de 2016.

O consumo aparente foi de 1,6 milhão de toneladas, 5,7% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016. As vendas internas cresceram 3,4% na mesma base de comparação, totalizando 1,4 milhão de toneladas.

As importações cresceram 37,9%, para 233 mil toneladas e aumentaram 41,3% em valor, para US$ 219 milhões também na comparação entre maio de 2017 e maio de 2016.

As exportações foram de 1,5 milhão de toneladas ou US$ 752 milhões, o que representa um crescimento de 20,7% em volume e 69,8% em valor, também na mesma base de comparação. Ressalta-se aqui novamente o impacto das exportações da CSP em maio de 2017 na base de comparação com o mesmo mês de 2016, quando ainda não havia entrado em operação.

Fonte:  http://www.acobrasil.org.br

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12 jun 2017

Atualização do Windows 10 Creator Edition – FORMATO DE DATAS

Atualização do Windows 10 Creator Edition – FORMATO DE DATAS

Problemas encontrados na Atualização cumulativa do Windows 10 Version 1703 para sistemas x64 (KB4016251 – 05/04/2017)

Microsoft pede para usuários não instalarem Creators Update manualmente:

A razão para toda essa hesitação, segundo a Microsoft, é que a empresa quer resolver possíveis problemas para configurações específicas de hardware antes de disponibilizar o upgrade para PCs afetados pelo Windows Update. A Microsoft está fazendo isso ao usar mecanismos de feedback presentes em versões de teste do Windows Insider, assim como feedback geral de usuários que já estejam rodando o Creators Update.

A empresa continua contando com a colaboração dos usuários para tentar encontrar o máximo de falhas possíveis com o intuito de corrigi-las. Quando todas as questões forem resolvidas, a empresa vai disponibilizar o Creators Update de forma automática para todos os que utilizam o Windows 10.

Desde que liberou o download do Creators Update, a Microsoft avisou que não queria todo mundo instalando a atualização do Windows 10 ao mesmo tempo. Mesmo assim, a empresa não proibiu ninguém de baixar o software.

Com base no retorno que tem recebido de quem já fez a instalação, a Microsoft percebeu que alguns computadores podem enfrentar problemas por causa do Creators Update. Por isso, a empresa resolveu impedir essas pessoas de prosseguirem com o processo manualmente.

Notou-se um conflito da atualização do Windows 10 Creator em relação às opções de pesquisa por data (DateTime) em aplicações Delphi, onde a caixa exibe de forma desconfigurada.

Caso já tenha atualizado seu sistema operacional, não podemos descartar a ideia de reverter à atualização do Windows. Realizando esse processo, sua versão retrocederá, não havendo o conflito descrito acima.

Portanto recomendamos que você espere até que o Creators Update seja oferecido automaticamente a você, onde todos os problemas encontrados estarão resolvidos.

Referência: Olhar Digital

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08 jun 2017

CRONOGRAMA CEST – ICMS – ATENÇÃO INDÚSTRIAS E IMPORTADORES

CRONOGRAMA CEST – ICMS – ATENÇÃO INDÚSTRIAS E IMPORTADORES

O Industrial e o importador têm até o final de junho para implementar o CEST no cadastro dos produtos e mercadorias, sob pena de ficar sem emitir Nota Fiscal Eletrônica a partir de 1º de julho de 2017.

O Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, de que trata o Convênio ICMS 92/2015 e Convênio ICMS 52/2017, deve ser informado em todas as operações a partir de 1º de julho de 2017, independentemente de aplicação da Substituição Tributária do ICMS.

O Convênio ICMS 60/2017, criou um cronograma de implantação do CEST, porém somente os contribuintes do ICMS do comércio atacadista e as demais atividades, como por exemplo o comércio varejista tiveram o prazo de exigência postergado.

Assim, o Convênio ICMS 60/2017 manteve a exigência do CEST para 1ª de julho de 2017 para o contribuinte do ICMS na condição de industrial e importador, conforme cronograma:

  1. a) 1º de julho de 2017, para a indústria e o importador;
  2. b) 1º de outubro de 2017, para o atacadista; e
  3. c) 1º de abril de 2018, para os demais segmentos econômicos.

Portanto, a partir de 1º de julho de 2017 o industrial e o importador, optante ou não pelo Simples Nacional, devem informar o CEST nos arquivos dos documentos fiscais eletrônicos, sob pena de rejeição do mesmo.

O industrial ou importador que ainda não identificou o CEST e também não atualizou o cadastro de produtos e mercadorias, deve correr contra o tempo para adequação ficar pronta até 30 deste mês (30/06), sob pena de não conseguir emitir a NF-e a partir de 1º de julho, data em que começa a exigência desta informação para estes segmentos.

Fique atento, se seu produto ou mercadoria consta da lista anexa ao Convênio ICMS 52/2017, a sua empresa deve informar o CEST no documento fiscal, ainda que a operação não esteja sujeita ao ICMS-ST, sob pena de ter o arquivo da Nota Fiscal Eletrônica rejeitada.

O contribuinte que ainda não inseriu o CEST no cadastro de produtos e mercadorias, corre o risco de ficar sem emitir Nota Fiscal Eletrônica a partir de 1º de julho deste ano.

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05 jun 2017

Malware já infectou mais de 24 milhões de PCs brasileiros; veja como evitar.

Malware já infectou mais de 24 milhões de PCs brasileiros; veja como evitar.

Depois do escândalo do WannaCry, tudo que o mundo tecnológico não precisa é de mais um ataque de grande escala, mas foi exatamente isso que descobriu a empresa de segurança Check Point. Um malware foi encontrado em mais de 250 milhões de computadores, sendo que 24 milhões deles são PCs brasileiros.

O malware em questão foi batizado de Fireball, e ele é capaz de se instalar em navegadores para transformá-los em “zumbis”. Para quem não sabe, quando se cita “zumbis” no contexto de segurança digital, estamos falando em máquinas infectadas que ficam sob comando de um cibercriminoso. Basta enviar uma ordem e o computador dominado a realizará, independentemente da vontade do usuário.

No caso do Fireball, a autoria foi atribuída a uma empresa de marketing chinesa chamada Rafotech, de acordo com a Check Point. A função primária do ataque é manipular os PCs infectados para entrar em sites e gerar receitas de publicidade. Isso é feito alterando a página inicial e o motor de busca padrões do browser para uma ferramenta falsa. Ao fazer uma pesquisa, o usuário é redirecionado para um site convencional como o Google ou o Yahoo e realmente recebe os resultados que procurava. A empresa aproveita e também procura obter informações privadas das vítimas, possibilitando o roubo de senhas e outros dados sigilosos.

A segunda parte do Fireball é talvez ainda mais preocupante. Ele também deixa uma porta aberta para que os controladores remotos dos computadores infectados possam instalar o que eles quiserem na máquina. Ou seja: se os autores do malware assim desejarem, eles podem despejar outros tipos de softwares maliciosos com outras funções potencialmente ainda mais nefastas.

Como o escopo do ataque é gigantesco, muitos dos sites de buscas falsos, para o qual o Fireball redireciona a vítima acabam ficando entre os mais populares da internet. Os dados da ferramenta de medição de tráfego online Alexa colocam vários dos sites entre os 10 mil mais acessados da web; em alguns casos, eles chegam a aparecer entre os 1.000 mais acessados.

O método de distribuição do malware é famoso entre os brasileiros. É o mesmo que fez o gigante chinês Baidu sofrer tanta rejeição no nosso país: a inclusão de softwares indesejados nos instaladores de programas gratuitos que a vítima baixa pela internet, às vezes até mesmo de fontes confiáveis. A Check Point, no entanto, aponta que podem haver outras formas de distribuição ainda não detectadas.

O Brasil é uma das principais vítimas do Fireball, de acordo com o relatório, correspondendo a 24,1 milhões de instalações, ou 9,6% das infecções mundiais, atrás apenas da Índia, com 25,3 milhões (10,1%). Completando o ranking dos maiores afetados estão México, com 16,1 milhões (6,4%), e Indonésia, com 13,1 milhões (5,2%).

Para se proteger, a Check Point dá algumas orientações. A primeira é procurar o Fireball, que pode estar com outro nome, na sua lista de aplicativos instalados no Windows ou Mac e removê-lo. Em seguida, executar algum programa para limpeza de adwares e malwares e, finalmente, resetar as configurações do navegador. Vale a pena sempre remover também os atalhos do browser que você tem na sua área de trabalho e criar novos.

Fonte: Olhar Digital

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01 jun 2017

ChatSim: chip que oferece WhatsApp ilimitado chega ao Brasil.

ChatSim: chip que oferece WhatsApp ilimitado chega ao Brasil.

ChatSim é um chip que oferece o envio de mensagens ilimitadas por aplicativos como WhatsApp, Facebook Messenger, Skype, Telegram e Viber, para smartphones e tablets. O cartão SIM, que já funcionava no Brasil por meio da importação do chip, começa a ser vendido no site da empresa na próxima semana pelo preço de R$ 199, com opções de recarga que variam de R$ 52 a R$ 260.

Criado pela empresa Zeromobile, o ChatSim tem parceria com mais de 250 operadoras em mais de 160 países. O serviço chega como uma opção para os turistas que não querem pagar pelas altas taxas de roaming cobradas pelas operadoras ou que não querem ficar dependentes do Wi-Fi do hotel e restaurantes durante as viagens.

Como funciona?

Para funcionar, o dispositivo busca automaticamente a melhor operadora da região no momento. Mesmo que você mude de bairro, cidade ou país, o ChatSim sempre estará conectado com a operadora que oferecer melhor cobertura na sua área – tudo sem precisar trocar de chip.

Para ativar o chip, o usuário precisa criar uma conta no site oficial da empresa. Por lá, é possível fazer as recargas e controlar a utilização de multimídias. Além disso, você pode ver a quantidade de créditos restante e também a data de vencimento do plano anual.

Qual é o preço e como comprar?

Caso você queira mandar fotos, vídeos e até mesmo fazer videochamadas, é necessário realizar uma recarga multimídia, que tem preço de R$ 52 a R$ 260. O valor de R$ 199 pago inicialmente garante o uso do chip por um ano e permite enviar mensagens e emojis ilimitados.

O ChatSim pode ser adquirido no site oficial da empresa. Ele está disponível em três tamanhos diferentes, sendo compatível com qualquer celular, tablet ou PC, seja ele Android, iPhone (iOS), Windows 10 ou Windows Phone.

 

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31 maio 2017

Delphi Tokyo traz compilador para Linux

Delphi Tokyo traz compilador para Linux

A Embarcadero Technologies anunciou o lançamento das novas versões das ferramentas Delphi e C++Builder, também incluídas em sua suíte de desenvolvimento RAD Studio. A principal novidade do lançamento é o compilador Linux incorporado ao Delphi, que permite que os clientes migrem aplicações Windows Server novas ou já existentes, para servidores Linux.

A adição do suporte a Linux permite que os desenvolvedores RAD Studio compilem para todas as principais plataformas, desde Windows, Linux, MacOS, iOS até ao Android. De acordo com a empresa, o compilador oferece segurança e velocidade normalmente associadas a aplicações compiladas nativamente.

O RAD Studio inclui suporte para MariaDB no FireDAC e permite aceleração da prototipação de aplicações, simplifica o desenvolvimento de interfaces de usuário entre distintas plataformas e tem suporte para o Windows 10 e Windows 10 Store.

Outra novidade importante é a evolução do RAD Server, com suporte para gerenciar múltiplas implementações a partir do mesmo servidor, conhecido como multi-tenancy, com a flexibilidade de escolher servidores Linux de menor custo, on-premise ou hospedados na nuvem.

“A Embarcadero vem focando em possibilitar novos horizontes aos desenvolvedores, ajudando-os a incrementar suas habilidades e ganhos. Para isso, nos últimos anos, transformamos o ambiente de desenvolvimento, permitindo aplicações hiperconectadas multiplataforma, multilinguagem, multidispositivo e, agora, multisservidor. Estamos entusiasmados em ajudar os clientes a reduzir os custos dos servidores, como já fizemos no passado, com a economia de tempo e recursos, proporcionada pela utilização de uma única base de código para qualquer destino que o desenvolvedor desejar”, diz José Eugênio Braga, presidente da Embarcadero do Brasil.

Para apresentar a nova versão, a Embarcadero promove um roadshow, com eventos gratuitos em várias cidades do país, como Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo, entre outras.

Fonte: B!T magazine

 

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29 maio 2017

Os dez motivos para pequenas empresas investirem na tecnologia ERP!

Os dez motivos para pequenas empresas investirem na tecnologia ERP!

O que é ERP (Enterprise Resource Planning)?

Podemos entender que o software ERP é um sistema de informática responsável por cuidar de todas as operações diárias de uma empresa, desde o Faturamento até o balanço contábil, de Compras a fluxo de caixa, de apuração de impostos a Administração de Pessoal, de inventário de estoque às contas a receber, do ponto dos funcionários a controle do maquinário da fábrica, enfim, todo o trabalho administrativo e operacional feito numa empresa.

Tudo no universo tem um centro, tanto no sistema solar como nos átomos. Controlar e administrar a empresa por meio de planilhas leva a ter múltiplos controles, uma para cada tarefa ou departamento. Múltiplos centros levam à desorganização. A empresa também deve ter um centro de controle. O sistema ERP centraliza as informações de todos os processos e diferentes departamentos em um único banco de dados.

A palavra investimento leva a pensar imediatamente na relação custo x benefício. Primeiro se levanta o custo e depois se analisam os benefícios. Se o custo for alto, muitas vezes as empresas nem fazem a análise dos benefícios. Neste contexto, a alternativa usual para as pequenas empresas em relação a sistema ERP costuma ser as boas e velhas planilhas.

O custo de um sistema ERP é alto e os benefícios nem sempre são quantificáveis de forma exata. O custo da planilha é praticamente zero, portanto comparar com o custo do ERP desestimula a análise dos benefícios. Por esta razão muitas pequenas empresas desistem de investir em ERP sem ao menos levantar os benefícios.

Mas, se a pequena empresa tem condição de honrar o investimento adequando ao seu fluxo de caixa, vale a pena levantar os benefícios e verificar os retornos que esta decisão pode trazer. Veja os principais benefícios que o sistema ERP pode trazer para a sua empresa:

1 – Centralização do controle: A empresa deve ter um centro de controle. O ERP centraliza as informações de todos os processos e diferentes departamentos em um único banco de dados.

2 – Evitar situação de calamidade operacional: O aumento do volume das transações e o uso intensivo de planilhas, leva ao descontrole total e até a situação de colapso operacional. A consequência final pode ser o fechamento da empresa.

3 – Custo do uso das planilhas: Qual é o custo do uso da planilha e suas limitações? A resposta é o custo da mão de obra gasto tendo que digitar a mesma informação em dois ou mais lugares. Custo do retrabalho devido a erros causados por falta e demora da informação.  A eliminação destes custos é um dos grandes benefícios do uso de um sistema ERP.

4 – Visão ampla e geral da empresa: O sistema integrado de gestão proporciona ao gestor uma visão geral da empresa em um lugar só porque eliminam as diversas planilhas, uma para cada tarefa ou departamento. Consegue mostrar prontamente as informações mais importantes para a tomada das decisões e planejamento.

5 – Fluidez nos processos: No processo manual, uma venda é lançada na planilha de cliente. Lança a baixa na planilha de controle de estoque e atualiza o saldo do estoque. Depois atualiza a planilha financeira, e assim por diante. O sistema ERP faz todas estas operações de forma automática e sincronizada, dando fluidez aos processos, eliminando o desperdício de tempo, mão de obra e material.

6 – Aumenta as vendas: No controle por planilhas, o orçamento é lançado, mas não é verificado se teve a confirmação do recebimento, se teve retorno, etc., o que leva ao esquecimento e perda da venda. No ERP existem mecanismos de verificação automática para que isso não aconteça. O sistema emite diariamente relatório das propostas, sua situação e medidas a serem tomadas.

7 – Melhora a gestão: Imagine uma venda encadeando a emissão da NF, o romaneio para a separação do produto e expedição, baixa no estoque, verificação do estoque mínimo, gera uma ordem de compra, atualiza o sistema financeiro para controlar os gastos e recebimentos. Isto permite controlar os  gastos, planejar as tarefas, controlar o cronograma e assim por diante.

8 – Flexibilidade: A grande vantagem das pequenas empresas está na agilidade e flexibilidade de adequar-se às necessidades de mercado ou condições impostas pelos compradores. Na hora de escolher um ERP é preciso buscar softwares que permitam fazer as adequações necessárias para manter a flexibilidade dos negócios.

9 – Pensar no longo prazo: ERP é investimento em longo prazo. O fornecedor de sistema será o seu parceiro por muito tempo.  Procure por um fornecedor que tenha tradição, experiência, estrutura e qualidade no suporte aos usuários. Selecione o sistema que proporcionará o melhor custo-benefício através do tempo de utilização do sistema.

10 – Obsolescência tecnológica: Para que o sistema ERP não fique obsoleto e o investimento não seja perdido em curto prazo, o software precisa ser atualizado constantemente para acompanhar a evolução tecnológica. Se não, em breve, você estará com um dinossauro nas mãos.

Enfim, nem sempre as pequenas empresas precisam de todos os módulos que compõem o pacote do ERP. Neste contexto é interessante buscar soluções implantadas modularmente de acordo com a necessidade e adicionadas conforme o crescimento dos negócios. Além de reduzir o investimento inicial, isso facilitara implantação de um sistema ERP nas pequenas empresas, iniciando-se uma nova cultura na empresa. Vale a pena tentar!

Fonte:  http://portalerp.com/erp/5-entenda-erp

http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/sistema-erp-os-dez-motivos-para-pequenas-empresas-investirem-na-tecnologia-erp/72559/

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26 maio 2017

Kotlin se tornará uma linguagem oficial do Android.

Kotlin se tornará uma linguagem oficial do Android.

O Google anunciou durante a conferência para desenvolvedores I/O 2017 na semana passada que o Kotlin passará a ser uma linguagem oficial da plataforma Android.

Em breve, desenvolvedores do mundo todo poderão desenvolver aplicativos de primeira classe para o ambiente móvel do Google usando a linguagem de programação criada pela JetBrains.

O anúncio marca a consolidação de uma longa parceria entre as duas empresas, uma vez que a JetBrains é responsável pela IDE na qual foi baseado o Android Studio, principal ferramenta utilizada por desenvolvedores de aplicativos para Android. A partir da versão 3.0 da ferramenta, já haverá suporte nativo ao Kotlin. Para Maxim Shafirov, CEO da JetBrains, “isso significa mais bibliotecas e ferramentas desenvolvidas em e para Kotlin, mais experiências compartilhadas, mais ofertas de empregos envolvendo Kotlin, mais material de aprendizado publicado, e por aí vai”.

“Quando nós começamos essa jornada com o Kotlin mais de seis anos atrás, nós almejamos criar uma linguagem que estaria alinhada com os mesmos princípios de direcionar nossas ferramentas – criar algo que auxilie os desenvolvedores com tarefas mundanas e tediosas, permitindo que eles foquem no que é verdadeiramente importante”, afirmou Shafirov no comunicado oficial.

Ainda segundo o executivo, Google e a JetBrains irão se unir para criar uma entidade não-lucrativa para administrar o futuro do Kotlin. Todo o time de desenvolvimento da linguagem será mantido e seguirá operando normalmente. Essa aliança tampouco significa que o Kotlin estará limitado ao Android e a linguagem seguirá sendo multiplataforma.

Fonte: UOL – Código Fonte

URL: http://codigofonte.uol.com.br/noticias/kotlin-se-tornara-uma-linguagem-oficial-do-android

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