05 dez 2018

Microsoft deve substituir o navegador Edge para Windows 10 em breve

Microsoft deve substituir o navegador Edge para Windows 10 em breve

A Microsoft deve substituir, em breve, o navegador Edge para Windows 10. Quem afirma isso é site Windows Central, que diz ter informações de que a empresa vai deixar o EdgeHTML de lado e trabalhar com o Chromium, usado pela primeira vez no Chrome.

Chamado até o momento de “Anaheim”, este novo navegador deverá substituir o Edge como browser padrão do Windows 10. Segundo as fontes do site, ainda não se sabe se a Microsoft vai manter a marca Edge, ou se a interface do usuário será muito diferente daquilo que temos hoje. Porém, o que é certo é que a Microsoft não usará mais o EdgeHTML.

O motivo para isso seria a baixa adesão dos usuários pelo navegador padrão do Windows 10, visto que a maioria dos usuários hoje utiliza o Chrome, independente do sistema operacional do PC.

O Edge estreou no Windows 10 em 2015, com o objetivo de ser mais rápido, leve e seguro, mas o resultado foi outro. A Microsoft enfrentou diversos problemas com o software desde o lançamento. Além disso, o Edge nunca conseguiu superar a rejeição e má fama do Internet Explorer.

O que se sabe, no entanto, é que os engenheiros da Microsoft estão cooperando junto ao projeto Chromium para ajudar na execução do Google Chrome no ARM. Assim, o pessoal do Windows Central acredita que um pouco dessa experiência de trabalho venha a ser usada no Anaheim rodando no Windows 10 no ARM.

Espera-se que a Microsoft possa trazer a novidade nas próximas atualizações do Windows 10. Será que desta vez a Microsoft consegue finalmente construir um navegador que possa competir com Chrome, Opera, Firefox e companhia?

Você usa o Edge no seu PC com Windows?

fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/microsoft-deve-substituir-o-navegador-edge-para-windows-10-em-breve/80337

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05 nov 2018

Como usar seu smartphone Android para pedir ajuda em emergências

Como usar seu smartphone Android para pedir ajuda em emergências

Além das funções óbvias de realizar chamadas, lidar com mensagens e obter aplicativos das mais variadas utilidades, os smartphones Android também podem ser muito úteis como ferramenta para emergências.

Primeiro, há uma função um tanto escondida e pouco utilizada no Android, que leva o nome de “informações de emergência”. Para acessa-la você deve ir em “Configurações”, escolher a opção “Usuários e contas” e, por fim, clicar em “Informações de emergência”.

Dependendo do fabricante do celular, o Android pode vir customizado e os nomes das opções podem não ser exatamente essas, porém, são semelhantes e também apenas 3 passos para chegar ao item informações de emergência.

Na tela que aparece, você insere dados como tipo sanguíneo, medicações que toma, observações médicas, alergias e endereço. E, o mais importante, adiciona um contato ou mais para chamada de emergência.

Reprodução

Depois de inseridos esses dados, a tela de bloqueio ganha a palavra “emergência”, escrita com tamanho bem discreto na parte inferior da tela. A partir daqui a coisa fica óbvia; qualquer pessoa que clicar nessa palavra terá acesso a seus dados médicos, endereço e também poderá ligar para o contato de emergência sem precisar desbloquear a tela.

Claro que qualquer outras funções e apps estão bloqueados. De qualquer forma, a função emergência é útil para casos de acidentes para entrar em contato com algum familiar ou, se não for possível, ao menos seus dados médicos estarão disponíveis para situações mais críticas.

Aplicativo: Contatos de confiança

Além da opção de emergência interna do Android, podemos utilizar um app do Google chamado “Contatos de confiança”. Com ele, pode-se adicionar até 6 membros da família ou amigos. Eles não precisam ter o app instalado, pois vão receber alertas via browser, porém, é recomendado que todos os membros envolvidos instalem, pois a usabilidade e velocidade das informações acabam sendo melhores do que usar o navegador.

Em casos de emergência, as opções são mais amplas do que a primeira dica: você pode compartilhar seu local com os familiares escolhidos; eles também podem solicitar sua localização e, se estiver tudo bem você não precisa aceitar. O mapa utilizado é o mesmo do Google Maps, bem conhecido de todos e, portanto, fácil de identificar a localização exata.

Reprodução

E aqui está o pulo do gato desse app: caso você não possa responder no momento, justamente porque está em uma situação crítica, o aplicativo responde automaticamente a uma solicitação depois de um tempo previamente determinado nas configurações. Isso é muito útil pois, em uma situação que a pessoa não possa responder, seus familiares sempre terão uma resposta do programa. É uma boa dica também para os pais de adolescentes saberem onde andam seus filhos.

Importante dizer que o próprio Google maps já tem a função para compartilhar localização. Porém, não há opção para responder a uma solicitação automaticamente como o app citado. Porém, também pode ser útil se você quiser compartilhar seu local atual.

Baixe o app “Contatos de Confiança” na Play Store.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/como-usar-seu-smartphone-android-para-pedir-ajuda-em-emergencias/79426

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04 out 2018

Como proteger documentos do Office com senha

Como proteger documentos do Office com senha

Ao realizar um trabalho no Office, é bem comum que você precise compartilhá-lo com outras pessoas. Em alguns casos, o arquivo em que você está trabalhando possui informações confidenciais e precisa de uma proteção extra para não ser acessado por qualquer um. Logo, veja neste tutorial como proteger os seus documentos da suíte de programas com senha.

Para a realização da tarefa mencionada não é preciso instalar nenhum complemento extra no Office. Confira os passos

1 – Em qualquer aplicativo do Office, salve o seu arquivo;

2 – Clique em “Arquivo”, e vá na aba “Informações”;

3. 3. Na opção “Proteger documento”, selecione “Criptografar com senha;

4. Defina uma senha para o documento.

Pronto! Toda vez que você ou outra pessoa abrir o arquivo, será solicitada a senha definida. Se você precisar removê-la, basta seguir os mesmos passos, mas apague a que foi escolhida no quarto passo.

Fonte: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/como-proteger-documentos-do-office-com-senha/75609

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06 set 2018

Hackers podem ter acessado dados de milhões de brasileiros pelo Boa Vista SCPC

Hackers podem ter acessado dados de milhões de brasileiros pelo Boa Vista SCPC

Dados de milhões de brasileiros de posse da empresa de análise de crédito Boa Vista SCPC podem ter caído nas mãos de hackers. Um grupo identificado como Fatal Error Crew disse que invadiu os sistemas da empresa, que guarda mais de 350 milhões de dados.

Entre as informações possivelmente comprometidas estão CPF, endereço e informações de histórico financeiro de brasileiros com o nome no Serviço Central de Proteção ao Crédito. A Boa Vista ainda não confirmou a invasão, mas disse em nota à imprensa que está investigando o caso.

O grupo Fatal Error Crew disse no Pastebin que tinha hackeado a Boa Vista, mas a mensagem já foi apagada. “BoaVista SCPC me tira uma dúvida quem autoriza vcs a possuirem os dados pessoais de todos brasileiros mesmo que eles não possuam dívidas? Vcs não acham errado isso? Ainda mais lucrarem com os dados pessoais de todos brasileiros” (sic), dizia o texto.

“Não postamos nenhuma informação de nenhum brasileiro, pois prezamos pela privacidade dos mesmos. Porém, sugiro mudarem todas suas senhas logo”, disseram os hackers. Quatro especialistas em segurança da informação ouvidos pela Folha de S. Paulo atestaram que houve vazamento de dados da Boa Vista.

Um deles, Igor Rincon, gerente de produto da Flipside, afirma que os hackers podem ter se aproveitado de falhas em servidores recentemente descobertas por empresas de segurança, e que talvez a Boa Vista ainda não houvesse se protegido contra as brechas. “Muitos analistas de empresas ainda não fizeram as atualizações”, disse ele à Folha.

Em nota, a Boa Vista disse que “regularmente audita, protege e analisa eventuais comunicações relacionadas à sua atividade”, e que, “no momento, a empresa está diligenciando para apurar a origem e extensão do possível incidente”. Se a invasão for confirmada, a empresa “adotará todas as medidas técnicas e legais pertinentes”.

Fonte: https://olhardigital.com.br
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06 ago 2018

Carteira ‘à prova de hackers’ de John McAfee é hackeada em uma semana

Carteira ‘à prova de hackers’ de John McAfee é hackeada em uma semana

John McAfee é um bilionário excêntrico, conhecido por fazer desafios públicos, e muitas vezes sair derrotado. No mês passado, ele provocou a comunidade hacker oferecendo US$ 100 mil para quem conseguisse quebrar a segurança Bitfi, uma carteira de criptomoedas bancada por ele considerada “à prova de hackers”. A própria Bitfi aumentou a recompensa para US$ 250 mil.

Acontece que não demorou nem uma semana para especialistas em segurança encontrassem falhas de segurança na Bitfi. Um pesquisador holandês afirmou ter conseguido acesso root à máquina, instalado um firmware adulterado e ainda conseguia se conectar normalmente à dashboard do sistema.

Como informa o site The Next Web, a Bitfi não respondeu ou reconheceu o feito, mas um tuíte posterior parece ter confirmado a existência de uma falha de segurança. A empresa, no entanto, não disse que a brecha foi explorada pelo OverSoft ou qualquer outro hacker, chegando a afirmar que o acesso root não constitui um hack bem-sucedido de acordo com as regras da competição. Por sua vez, OverSoft afirma que a recompensa anunciada era apenas marketing, e que a empresa jamais teve a intenção de pagar por nada.

Para concluir, OverSoft afirma que o produto de US$ 120 vendido pela Bitfi, que é a carteira “à prova de hackers”, simplesmente não possui qualquer elemento de segurança. O sistema poderia ter sido lançado como um simples aplicativo no Google Play, sem depender de qualquer hardware adicional.

Agora o hacker e a empresa discutem por questões de semântica. A empresa e McAfee afirmam que o acesso root não é um hack, e que é necessário extrair as moedas de uma carteira Bitfi, que custa US$ 120. Por sua vez, o fato de que OverSoft foi capaz de ganhar acesso root significa que ele pode fazer todo tipo de coisa com o software do sistema se ele desejar.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/carteira-a-prova-de-hackers-de-john-mcafee-e-hackeada-em-uma-semana/77762

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04 maio 2018

Atualização do Windows 10 faz PCs travarem ao abrir o Chrome

Atualização do Windows 10 faz PCs travarem ao abrir o Chrome

Com a atualização de abril do Windows 10, a Microsoft trouxe uma série de recursos novos e bacanas. O que não é tão bacana assim é que a nova versão do sistema operacional também apresentou incompatibilidade com o navegador mais popular do mundo: o Chrome, que apresenta travamentos repentinos.

As reclamações sobre a incompatibilidade entre Chrome e a atualização de abril do Windows 10 já se tornaram comuns no Reddit e nos fóruns de suporte da Microsoft, que já reconheceu o problema, que pode travar completamente o computador do usuário.

Agora a empresa diz que já está trabalhando em uma solução, que não deve demorar muito para ser publicada. A expectativa é que a correção possa ser incluída na próxima “Patch Tuesday”, a segunda terça-feira de cada mês, quando a Microsoft libera atualizações de segurança e correções de bugs para o sistema Windows. Em maio, a “Patch Tuesday” cai no dia 8.

 Se você é um dos afetados que optou por instalar a atualização do Windows 10 imediatamente, existem algumas soluções alternativas enquanto uma correção oficial não chega. A Microsoft tem duas sugestões:
  1. Tente usar uma combinação de teclas para ligar a tela. No teclado, você pode usar a combinação Win+Ctrl+Shift+B; em um tablet, é possível pressionar os dois botões de volume três vezes em dois segundos. Se o Windows ainda estiver respondendo, ele tentará retomar suas atividades.
  2. Em um notebook, há a opção de fechar a tampa do laptop e abri-la novamente.

Chega a ser estranho um bug desse tipo alcançar a versão final do Windows. A Microsoft possui o programa Windows Insider com mais de 10 milhões de usuários cadastrados, que testam todas as compilações do sistema antes do lançamento justamente para encontrar falhas graves como essa, o que gera uma dúvida grande sobre como esse bug passou despercebido. A atualização chegou a ser adiada por causa de uma falha que causava a “tela azul da morte”, que foi descoberta graças aos Insiders.

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05 fev 2018

Novo padrão de memória flash promete ser o ‘SSD para smartphones’

Novo padrão de memória flash promete ser o ‘SSD para smartphones’

Em breve, a velocidade da memória interna dos smartphones, e até mesmo a de cartões de memória externa, pode ser equivalente ao que se vê nos computadores mais modernos com SSD. Tudo graças ao UFS 3.0, novo padrão oficializado pelo grupo Jedec, especializado em tecnologia microeletrônica, nesta semana.

O UFS 3.0 é a evolução do UFS 2.1, um tipo de memória flash criada para smartphones, Chromebooks e headsets de realidade virtual ou aumentada. A principal característica da nova geração é a velocidade máxima de transferência de dados que pode chegar a 11,6 Gigabits por segundo, próximo do que se vê em SSDs atuais.

Como o novo padrão também suporta transferências em duas faixas simultaneamente, a velocidade máxima pode chegar a 23,2 Gigabits por segundo, o que é quase quatro vezes mais do que o atual UFS 2.1 usado por alguns smartphones top de linha do mercado, como o OnePlus 5, por exemplo.

Os aparelhos mais baratos e comuns ainda usam memória eMMC, que é ainda mais lenta. Em 2016, a Samsung foi quem introduziu no mercado os primeiros cartões de memória externa usando o padrão UFS que prometiam ser cinco vezes mais rápidos do que cartões microSD comuns. Até mesmo eles já estão prestes a se tornarem ultrapassados.

Como resalta o Engadget, essa velocidade máxima de 23,2 Gbps está dentro dos limites imaginados pela Jedec para o novo padrão, mas tudo vai depender do hardware utilizado pelo smartphone para alcançar esses números. Ou seja, nem todo celular com essa tecnologia vai conseguir taxas de transferência tão altas na prática.

Além disso, o UFS 3.0 é mais econômico do que o antecessor. A fonte de alimentação do novo tipo de memória opera a 2,5 volts, o que representa um consumo de energia menor e, consequentemente, mais economia para a bateria do dispositivo que usar essa tecnologia.

Por fim, a Jedec informa que o UFS 3.0 suporta uma gama mais ampla de temperaturas. O padrão promete funcionar em ambientes de 40 graus negativos até 105 graus celsius, o que garante mais segurança para dispositivos automotivos que podem chegar a enfrentar esses extremos (ou algo próximo) no dia a dia.

Um usuário comum pode não sentir tanta diferença ao usar um smartphone com UFS 3.0. Em situações de geração de dados mais extremos, porém, como gravar vídeos em resolução 4K a 60 quadros por segundo, por exemplo, o registro destes arquivos na memória será menos estressante para o aparelho, e é aí que a diferença será mais facilmente notada.

Há rumores de que o Galaxy S9, próximo grande lançamento da Samsung, virá com esse novo padrão de memória. No entanto, a informação só será confirmada quando o aparelho for apresentado oficialmente ao mundo, no final de fevereiro.

fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/novo-padrao-de-memoria-flash-promete-ser-o-ssd-para-smartphones/73862

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04 dez 2017

Avião faz pouso de emergência devido a nome ameaçador de rede Wi-Fi

Avião faz pouso de emergência devido a nome ameaçador de rede Wi-Fi

Se você já viajou de avião, especialmente para o exterior, sabe (ou deveria saber!) que existe uma regra muito clara: não fazer piadas sobre bombas. Essa regra foi quebrada por um passageiro que criou um hotspot com nome “engraçadinho” que forçou um avião a fazer um pouco de emergência.

O voo da Turkish Airlines partia de Nairóbi, no Quênia, com destino a Istambul, na Turquia. No entanto, no meio do voo, passageiros notaram uma rede Wi-Fi chamada “bomb on board” (“Bomba a bordo”) e alertaram a equipe, forçando o voo a um pouso de emergência no aeroporto de Cartum, no Sudão, como informa a agência Reuters.

Após o pouso não previsto, a equipe de segurança fez as inspeções necessárias e confirmou que se tratava apenas de um alarme falso. Não há informações se o autor da piadinha de mal-gosto foi identificado, mas a empresa aérea informa que todos os 100 passageiros retomaram a viagem normalmente.

Com a possibilidade de criação de hotspots a partir de celulares e notebooks, essa situação tem sido cada vez mais comum. Em 2016, um voo da Qantas Airlines, de Melbourne para Perth, na Austrália, atrasou por duas horas após passageiros encontrarem uma rede Wi-Fi chamada “Mobile Detonation Device” (“Dispositivo de detonação móvel”).

Algo similar também foi visto no final do ano passado, quando um engraçadinho decidiu dar o nome ao seu hotspot de “Galaxy Note 7” em uma época em que havia temores de incêndio causados pelo celular; o voo atrasou, bagunçando a agenda do dia inteiro no aeroporto.

fonte:https://olhardigital.com.br/noticia/aviao-faz-pouso-de-emergencia-devido-a-nome-ameacador-de-rede-wi-fi/72703

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27 nov 2017

Microsoft apresenta nova opção para importação de dados para nuvem

Durante a recente conferência chamada Microsoft Ignite, a Microsoft apresentou uma prévia de uma nova opção para transferir grandes volumes de dados para a nuvem. A Microsoft Azure Data Box fornece uma maneira de mover dados para um dispositivo que pode ser transportado diretamente para um data center da Microsoft.

As caixas robustas e invioláveis suportam volumes de dados até aproximadamente 100 TB e são enviadas ao cliente prontas para ser preenchidas. Os clientes podem ligar os dispositivos, que suportam protocolos NAS padrão, como SMB e CIFS, em suas redes. O dispositivo usa criptografia AES de 256 bits para proteger os dados, e uma vez que estes são copiados para o data center, a Microsoft garante a deleção dos dados com segurança. Para tornar o transporte mais fácil, o dispositivo possui uma tela E Ink integrada que atua como uma etiqueta de retorno.

As opções anteriores para enviar dados para um data center da Microsoft Azure estão trabalhando com um ISP para uma conexão mais robusta a curto prazo, ou usando algo como o Microsoft ExpressRoute para criar uma conexão mais permanente com o Microsoft Azure.

Uma alternativa é copiar as informações para um disco rígido padrão e enviar o disco para a Microsoft, que depois carrega os dados em uma conta de armazenamento do Microsoft Azure no data center escolhido.

Essas opções estão disponíveis há algum tempo e são usadas pelos clientes para transferir dados, backups, e imagens de máquinas virtuais, e fornecem um mecanismo para transferir para a nuvem sem ter que usar uma conexão de internet, o que pode ser lento ou imprevisível.

Vários clientes testaram a Azure Data Box antes da prévia e alguns parceiros já fornecem soluções que funcionam com ela, como Veeam, Commvault, e Veritas que fornecem serviços de backup e gerenciamento de dados.

A Microsoft não está sozinha ao oferecer um dispositivo que transfere dados para a nuvem. A Amazon já há algum tempo também possui um dispositivo, chamado Snowball, que suporta volumes de dados de 50 TB ou 80 TB. Bem como a Azure Data Box ele suporta criptografia de 256 bits, deleção de dados segura, e inclui uma etiqueta de envio de tela E Ink.

A Amazon também possui uma solução que é capaz de suportar 100 TB e fornece um grau de computação local no dispositivo (o Snowball Edge) e outro para volumes muito grandes de dados, que é um contêiner de transporte capaz de lidar com volumes até 100 PB (o Snowmobile).

Em uma conversa recente sobre a transmissão de grandes volumes de dados usando dispositivos em vez de uma conexão rápida à Internet, Barb Darrow disse à revista Fortune:

Quando Snowmobile estreou, por exemplo, a Amazon disse que, excluindo o tempo de deslocamento, ele poderia transmitir 100 PB de dados para servidores Amazon em algumas semanas. Isso pode não soar muito rápido, mas mover essa mesma quantidade de informações para uma única linha de 1 gigabit por segundo (Gbps) levaria 20 anos.

O Google recentemente introduziu uma versão beta pública de seu próprio dispositivo, o Google Transfer Appliance. Existem duas versões do dispositivo, uma para volumes até 100 TB e outra para volumes até 480 TB. Os dispositivos podem ser montados em um rack, e suportam compressão, com o maior sendo capaz de lidar com um volume total próximo de 1PB.

A Microsoft está à procura de clientes adicionais para ajudar a testar e fornecer feedback sobre a Azure Data Box. Atualmente, ela só está disponível nos Estados Unidos e pode ser encomendada através do Portal Microsoft Azure. O portal também fornece informações para ajudar a rastrear o dispositivo e monitorar o progresso da carga de dados uma vez que o dispositivo é retornado.

 Fonte: https://www.infoq.com/br/news/2017/11/azure-data-box#

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23 nov 2017

CRÉDITOS À HABITAÇÃO COM PRESTAÇÃO MÉDIA MAIS ALTA DO ANO

CRÉDITOS À HABITAÇÃO COM PRESTAÇÃO MÉDIA MAIS ALTA DO ANO

A taxa de juro do crédito à habitação aumentou em outubro, fazendo subir a prestação média vencida para os 240 euros, o valor mais alto dos últimos 12 meses, revela hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,016% em outubro, a mesma taxa registada em março deste ano, revelando um aumento de 0,7 pontos base face aos 1,009% registados em setembro.

Em consequência, a prestação média vencida aumentou um euro, em relação a setembro, quando se tinha fixado nos 239 euros.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu 0,9 pontos base, passando de 1,677% em setembro para 1,686% em outubro.

Para o destino de financiamento aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos foi de 1,038%, valor 0,7 pontos base superior aos 1,031% de setembro.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este mesmo destino de financiamento passou de 1,668% em setembro para 1,681% em outubro, enquanto o valor médio da prestação se fixou nos 326 euros em outubro, mais três euros do que em setembro.

O capital médio em dívida para a totalidade dos contratos aumentou 50 euros em outubro, face a setembro, atingindo 51.571 euros.

Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida subiu, de 94.003 euros em setembro, para 95.520 euros.

Fonte: RTP Notícias

Site: http://www.obra24horas.com.br

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