04 dez 2017

Avião faz pouso de emergência devido a nome ameaçador de rede Wi-Fi

Avião faz pouso de emergência devido a nome ameaçador de rede Wi-Fi

Se você já viajou de avião, especialmente para o exterior, sabe (ou deveria saber!) que existe uma regra muito clara: não fazer piadas sobre bombas. Essa regra foi quebrada por um passageiro que criou um hotspot com nome “engraçadinho” que forçou um avião a fazer um pouco de emergência.

O voo da Turkish Airlines partia de Nairóbi, no Quênia, com destino a Istambul, na Turquia. No entanto, no meio do voo, passageiros notaram uma rede Wi-Fi chamada “bomb on board” (“Bomba a bordo”) e alertaram a equipe, forçando o voo a um pouso de emergência no aeroporto de Cartum, no Sudão, como informa a agência Reuters.

Após o pouso não previsto, a equipe de segurança fez as inspeções necessárias e confirmou que se tratava apenas de um alarme falso. Não há informações se o autor da piadinha de mal-gosto foi identificado, mas a empresa aérea informa que todos os 100 passageiros retomaram a viagem normalmente.

Com a possibilidade de criação de hotspots a partir de celulares e notebooks, essa situação tem sido cada vez mais comum. Em 2016, um voo da Qantas Airlines, de Melbourne para Perth, na Austrália, atrasou por duas horas após passageiros encontrarem uma rede Wi-Fi chamada “Mobile Detonation Device” (“Dispositivo de detonação móvel”).

Algo similar também foi visto no final do ano passado, quando um engraçadinho decidiu dar o nome ao seu hotspot de “Galaxy Note 7” em uma época em que havia temores de incêndio causados pelo celular; o voo atrasou, bagunçando a agenda do dia inteiro no aeroporto.

fonte:https://olhardigital.com.br/noticia/aviao-faz-pouso-de-emergencia-devido-a-nome-ameacador-de-rede-wi-fi/72703

Share
27 nov 2017

Microsoft apresenta nova opção para importação de dados para nuvem

Durante a recente conferência chamada Microsoft Ignite, a Microsoft apresentou uma prévia de uma nova opção para transferir grandes volumes de dados para a nuvem. A Microsoft Azure Data Box fornece uma maneira de mover dados para um dispositivo que pode ser transportado diretamente para um data center da Microsoft.

As caixas robustas e invioláveis suportam volumes de dados até aproximadamente 100 TB e são enviadas ao cliente prontas para ser preenchidas. Os clientes podem ligar os dispositivos, que suportam protocolos NAS padrão, como SMB e CIFS, em suas redes. O dispositivo usa criptografia AES de 256 bits para proteger os dados, e uma vez que estes são copiados para o data center, a Microsoft garante a deleção dos dados com segurança. Para tornar o transporte mais fácil, o dispositivo possui uma tela E Ink integrada que atua como uma etiqueta de retorno.

As opções anteriores para enviar dados para um data center da Microsoft Azure estão trabalhando com um ISP para uma conexão mais robusta a curto prazo, ou usando algo como o Microsoft ExpressRoute para criar uma conexão mais permanente com o Microsoft Azure.

Uma alternativa é copiar as informações para um disco rígido padrão e enviar o disco para a Microsoft, que depois carrega os dados em uma conta de armazenamento do Microsoft Azure no data center escolhido.

Essas opções estão disponíveis há algum tempo e são usadas pelos clientes para transferir dados, backups, e imagens de máquinas virtuais, e fornecem um mecanismo para transferir para a nuvem sem ter que usar uma conexão de internet, o que pode ser lento ou imprevisível.

Vários clientes testaram a Azure Data Box antes da prévia e alguns parceiros já fornecem soluções que funcionam com ela, como Veeam, Commvault, e Veritas que fornecem serviços de backup e gerenciamento de dados.

A Microsoft não está sozinha ao oferecer um dispositivo que transfere dados para a nuvem. A Amazon já há algum tempo também possui um dispositivo, chamado Snowball, que suporta volumes de dados de 50 TB ou 80 TB. Bem como a Azure Data Box ele suporta criptografia de 256 bits, deleção de dados segura, e inclui uma etiqueta de envio de tela E Ink.

A Amazon também possui uma solução que é capaz de suportar 100 TB e fornece um grau de computação local no dispositivo (o Snowball Edge) e outro para volumes muito grandes de dados, que é um contêiner de transporte capaz de lidar com volumes até 100 PB (o Snowmobile).

Em uma conversa recente sobre a transmissão de grandes volumes de dados usando dispositivos em vez de uma conexão rápida à Internet, Barb Darrow disse à revista Fortune:

Quando Snowmobile estreou, por exemplo, a Amazon disse que, excluindo o tempo de deslocamento, ele poderia transmitir 100 PB de dados para servidores Amazon em algumas semanas. Isso pode não soar muito rápido, mas mover essa mesma quantidade de informações para uma única linha de 1 gigabit por segundo (Gbps) levaria 20 anos.

O Google recentemente introduziu uma versão beta pública de seu próprio dispositivo, o Google Transfer Appliance. Existem duas versões do dispositivo, uma para volumes até 100 TB e outra para volumes até 480 TB. Os dispositivos podem ser montados em um rack, e suportam compressão, com o maior sendo capaz de lidar com um volume total próximo de 1PB.

A Microsoft está à procura de clientes adicionais para ajudar a testar e fornecer feedback sobre a Azure Data Box. Atualmente, ela só está disponível nos Estados Unidos e pode ser encomendada através do Portal Microsoft Azure. O portal também fornece informações para ajudar a rastrear o dispositivo e monitorar o progresso da carga de dados uma vez que o dispositivo é retornado.

 Fonte: https://www.infoq.com/br/news/2017/11/azure-data-box#

Share
23 nov 2017

CRÉDITOS À HABITAÇÃO COM PRESTAÇÃO MÉDIA MAIS ALTA DO ANO

CRÉDITOS À HABITAÇÃO COM PRESTAÇÃO MÉDIA MAIS ALTA DO ANO

A taxa de juro do crédito à habitação aumentou em outubro, fazendo subir a prestação média vencida para os 240 euros, o valor mais alto dos últimos 12 meses, revela hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,016% em outubro, a mesma taxa registada em março deste ano, revelando um aumento de 0,7 pontos base face aos 1,009% registados em setembro.

Em consequência, a prestação média vencida aumentou um euro, em relação a setembro, quando se tinha fixado nos 239 euros.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu 0,9 pontos base, passando de 1,677% em setembro para 1,686% em outubro.

Para o destino de financiamento aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos foi de 1,038%, valor 0,7 pontos base superior aos 1,031% de setembro.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este mesmo destino de financiamento passou de 1,668% em setembro para 1,681% em outubro, enquanto o valor médio da prestação se fixou nos 326 euros em outubro, mais três euros do que em setembro.

O capital médio em dívida para a totalidade dos contratos aumentou 50 euros em outubro, face a setembro, atingindo 51.571 euros.

Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida subiu, de 94.003 euros em setembro, para 95.520 euros.

Fonte: RTP Notícias

Site: http://www.obra24horas.com.br

Share
03 nov 2017

WhatsApp sai do ar no Brasil e em outras partes do mundo

WhatsApp sai do ar no Brasil e em outras partes do mundo

O WhatsApp enfrenta um momento de instabilidade para usuários em várias partes do mundo, conforme revelam reclamações de usuários postadas nas redes sociais.

O país mais prejudicado parece ter sido a Índia, segundo a Reuters, que acrescenta à lista de afetados Brasil, Rússia, Vietnã e Mianmar, além de Singapura e Malásia.

De acordo com o que se pode observar com as reclamações, a falha durou pouco mais de meia hora, quando o serviço começou lentamente a ser restabelecido. É possível que alguns usuários ainda enfrentem instabilidade.

Em Singapura, uma porta-voz disse à Reuters que o Facebook dono do WhatsApp estava investigando a situação.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/whatsapp-sai-do-ar-no-brasil-e-em-partes-do- mundo/72134?utm_campaign=notificacao&utm_source=notificacao

Share
04 out 2017

Vulnerabilidade escondida deixa milhares de Macs em risco

Vulnerabilidade escondida deixa milhares de Macs em risco

Uma vulnerabilidade foi encontrada no firmware dos Macs que coloca milhares de computadores sob risco de sofrer ataques de hackers dificilmente detectáveis.

A falha foi descoberta pela empresa de segurança Duo Security, que analisou mais de 70 mil Macs e percebeu que grande parte deles estava com uma versão diferente da esperada do firmware, o que tornava os computadores inseguros.

O firmware é responsável por identificar componentes de um computador e ligá-los ao software da máquina. É uma parte fundamental dos computadores e por isso é bastante visada por hackers. Por ser um recurso de certa forma “escondido” no computador ele fica armazenado na memória da placa mãe e inicia antes do sistema operacional, detectar um problema nele é bastante complicado.

No caso das falhas detectadas pela empresa de segurança, era possível modificar indevidamente o firmware para o hacker tomar controle do sistema e até mesmo roubar informações da vítima.

Ao Ars Technica, a Apple disse que o macOS High Sierra faz validação semanal do firmware do computador, e isso deve aumentar a segurança dos dispositivos. A Duo Security disponibilizou uma ferramenta gratuita para donos de Mac saberem se a máquina corre riscos, o download pode ser feito por aqui.

fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/vulnerabilidade-escondida-deixa-milhares-de-macs-em-risco/71381

Share
13 set 2017

E-commerce: a importância das políticas de troca nas vendas online

E-commerce: a importância das políticas de troca nas vendas online

Troca e devolução de produtos são problemas de logística nos e-commerce. Conheça formas de prestar esses serviços de forma eficiente.

Juliana Munaro

Quando a gente fala em logística do e-commerce, pensa logo na entrega dos produtos e nos preços dos fretes. A gente já falou sobre esse assunto no programa Pequenas Empresas e Grandes Negócios e, essa semana, mostramos a brecha que o fim do E-Sedex, serviço dos Correios voltado para lojas virtuais, abriu para o surgimento e fortalecimento de empresas de entregas voltadas para esse setor.

Agora, vamos dar outro foco. Afinal, o problema da logística das lojas virtuais vai muito além disso: a troca ou a devolução de produto é outra dor de cabeça. Isso é a logística reversa. Quem tem um site de vendas deve ficar atento a isso, quem quer investir pode ter aí uma oportunidade de negócio.

As políticas de troca

Uma pesquisa divulgada essa semana pela Ebit, empresa especializada em comércio eletrônico, mostra que existe consumidor que ainda deixa de comprar online porque não conhece as políticas de trocas.

Segundo a pesquisa, 44% deixaram de finalizar a compra em um e-commerce por achar que a devolução seria complicada e 40% não sabiam que poderiam trocar um produto, por qualquer motivo, no prazo de sete dias.

Esse é o primeiro ponto para deixar o cliente mais seguro para fechar a compra: vale deixar claro qual a política de troca.

O Procon define que qualquer produto comprado pela internet pode ser devolvido no prazo de até sete dias após o recebimento e o consumidor pode, inclusive, solicitar o seu dinheiro de volta. Quem paga pelo frete da troca ou devolução é a empresa.

De acordo com a Ebit, até 7% das compras realizadas pela internet são canceladas ou o produto é trocado, ou seja, 3,5 milhões de pedidos são devolvidos. Os e-commerces de vestuário sofrem ainda mais. Nesse caso, a porcentagem de devolução e troca sobe para 10%.

Esse é o segundo ponto. No primeiro semestre de 2017, o e-commerce faturou R$ 21 bilhões, segundo levantamento do Ebit, mais de R$ 1 bilhão é o custo do frete para entrega, e cerca de R$ 106 milhões, 7%, foram gastos com a logística reversa.

Dá para ver que não contar com o custo da logística reversa na operação de uma loja online é um grande erro, né? Segundo André Dias, consultor da Ebit, não tem como fugir desse gasto e se o empresário não contar com ele terá problemas que afetarão a gestão do negócio.

Se esse processo afeta até grandes lojas, imagina os pequenos, que, muitas vezes, só têm os Correio como opção para fazer a logística reversa. Quem compra pela internet e precisou trocar, certamente já recebeu no email aquela etiqueta que autoriza o envio da mercadoria pelos Correios, certo? A oferta de empresas que oferecem esse tipo de serviço ainda é pequena aqui no Brasil e investir no setor pode ser uma boa alternativa. De acordo com André, esta é uma boa oportunidade para startups e empresas de pequeno porte.

Olha só as diferentes formas de prestar o serviço:

Coleta no local: é o tipo mais comum, porém, pode custar mais. Nesse caso, quem faz a coleta do produto vai até o endereço do cliente fazer a retirada.

Coleta no local com hora marcada: quando o cliente pode marcar um horário para atender a empresa que fará a coleta.

Logística reversa simultânea: vale para a troca de produtos. O produto indesejado é retirado ao mesmo tempo que o novo é entregue.

Pontos de entrega: essa alternativa é mais interessante para a empresa do que para o cliente que, para fazer a devolução, terá que levar o produto comprado até um posto onde será atendido e o processo será feito. Para facilitar a vida do consumidor, o interessante é oferecer vários postos de atendimento.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/09/e-commerce-importancia-das-politicas-de-troca-nas-vendas-online.html

 

Share
12 set 2017

WhatsApp para Empresas

WhatsApp para Empresas

O WhatsApp anunciou oficialmente nesta terça-feira (5) que está testando uma versão do aplicativo para empresas. A novidade deve ser lançada para todos nos próximos meses, mas já está disponível para algumas companhias selecionadas no Brasil e no mundo. A nova edição do mensageiro ainda não tem nome oficial, mas é chamada temporariamente de “WhatsApp Business for small business and enterprise solution” (WhatsApp Negócios para pequenos negócios e soluções empresariais, em tradução livre).

Entre as ferramentas que o app oferece, estão as contas verificadas, para maior segurança de quem entra em contato, e informativos de produtos comprados. A promessa é facilitar a comunicação entre empresas e clientes.

No blog oficial do aplicativo, a companhia explica que “estas funções estão em testes, como parte de um programa piloto”, como já era visto desde o último mês. Se você encontrar um contato com símbolo verde ao lado, como uma medalha, significa que é um perfil verificado e que o número de celular realmente pertence àquela organização. Por enquanto, não foi mencionada a data exata em que as funções serão disponibilizadas para todos. Sabe-se apenas que o novo serviço terá download gratuito.

No Brasil, o maior cliente da fase inicial do projeto é o banco Itaú, de acordo com a assessoria do WhatsApp. Outra marca que adotou a novidade foi a companhia área KLM. A empresa explica que, por meio da conta corporativa verificada, os passageiros podem confirmar reserva, ver notificação de check-in, visualizar cartão de embarque e receber atualizações sobre o status do voo.

Como funciona o WhatsApp para empresas?

Assim como no aplicativo principal, também será possível bloquear contatos indesejados. O WhatsApp esclarece ainda que as mensagens trocadas entre usuários e empresas serão encriptadas, mas, de acordo com o serviço de Internet utilizado pela companhia, todo o conteúdo enviado em chats poderá ser lido pelo administrador da rede. Essa particularidade se assemelha ao que já ocorre em trocas de mensagem ou e-mail empresarial atualmente.

De acordo com Matt Idema, COO do WhatsApp, a intenção do novo aplicativo é facilitar a comunicação entre empresas e clientes, da mesma forma que o app já ajuda o contato entre pessoas. “Queremos aplicar a mesma abordagem ao levar negócios ao WhatsApp de maneira que crie valor. Estamos entusiasmados em tornar possível conectar pessoas às empresas de maneira rápida e pessoal”, comentou, em nota oficial.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/2017/09/whatsapp-anuncia-versao-do-app-para-empresas-entenda-como-funciona.ghtml

Share
06 set 2017

ICMS/SP – CFOP na Operação de Venda à Ordem sujeita à Substituição Tributária

ICMS/SP – CFOP na Operação de Venda à Ordem sujeita à Substituição Tributária

Nas operações de Venda a ordem com mercadorias sujeitas à Substituição Tributária o remetente deve utilizar qual CFOP?

A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, por meio de Resposta à Consulta Tributária esclareceu acerca do CFOP a ser utilizado nas operações de Venda à ordem sujeitas à Substituição Tributária.

De acordo com a Resposta à Consulta Tributária nº 15716/2017 (disponibilizada na SEFAZ em 31-08-2017), quando se tratar de operação de venda à ordem com mercadorias sujeitas à Substituição Tributária:

I – O vendedor remetente deverá emitir Nota Fiscal em favor do destinatário final, para acompanhar o transporte da mercadoria, sem destaque do ICMS, a qual, além dos demais requisitos exigidos, deverá conter como natureza da operação “Remessa por ordem de terceiro” e o CFOP 5.923/6.923, conforme o caso e Nota Fiscal em favor do adquirente originário, com destaque do ICMS, quando devido, a qual, além dos demais requisitos exigidos, deverá conter como natureza da operação “remessa simbólica – Venda à ordem” e o CFOP 5118/6118 (se industrial), conforme o caso.

II – O sistema da GIA, versão 8.0.1.147, foi adaptado para permitir que os CFOPs 5.118/6.118 aceitem informações referentes à substituição tributária.

Portanto o remetente emitirá:

1 – Nota Fiscal em favor do destinatário final, para acompanhar o transporte da mercadoria, sem destaque do ICMS, a qual, além dos demais requisitos exigidos, deverá conter como natureza da operação “remessa por ordem de terceiro” e o CFOP 5.923/6.923, conforme o caso.

2 – Nota Fiscal em favor do adquirente originário, com destaque do ICMS, quando devido, a qual, além dos demais requisitos exigidos, deverá conter como natureza da operação “remessa simbólica – venda à ordem” e o CFOP 5118/6118 (se industrial), conforme o caso.

Por fim, vale esclarecer que o sistema da GIA, versão 8.0.1.147, foi adaptado para permitir que os CFOPs 5.118/6.118 aceitem informações referentes à substituição tributária.

Fonte: http://sigaofisco.com.br/icmssp-cfop-na-operacao-de-venda-ordem-sujeita-substituicao-tributaria/

Share
04 set 2017

Supercomputador brasileiro pode ser desligado em outubro por falta de verba

Supercomputador brasileiro pode ser desligado em outubro por falta de verba

O supercomputador brasileiro Santos Dumont corre risco de ser desativado em outubro por falta de verba, segundo reportagem do G1. É isso o que disse Augusto Gadelha, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), citando um corte de 44% no orçamento da instituição.

O Santos Dumont é o supercomputador mais potente da América Latina – sua potência é similar à de 10 mil notebooks de ponta ligados simultaneamente. É também o único supercomputador brasileiro que aparece na lista das 500 máquinas mais potentes do mundo.

Inaugurado em janeiro de 2016, custou R$ 60 milhões e atualmente é usado por 350 pessoas em cerca de 100 pesquisas científicas envolvendo doenças como zika, alzheimer e câncer.

De acordo com Gadelha, o supercomputador consome R$ 6 milhões por ano, e o orçamento do LNCC para 2017 é de R$ 9 milhões após os cortes de dinheiro – era para o laboratório receber R$ 16 milhões.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) diz que trabalha para conseguir repassar os R$ 16 milhões previstos para o LNCC continuar funcionando no ano.

Não é a primeira vez que a falta de recursos coloca em risco o funcionamento do supercomputador brasileiro: o Santos Dumont foi desligado em junho de 2016 pelo mesmo motivo. Além de atrasar o avanço das pesquisas científicas, o desligamento da máquina também pode causar danos ao equipamento.

Fonte. https://olhardigital.com.br/noticia/supercomputador-brasileiro-pode-ser-desligado-em-outubro-por-falta-de-verba/70810

 

Share
04 ago 2017

Conheça a tecnologia M.2, que permite SSDs até três vezes mais rápidos

Conheça a tecnologia M.2, que permite SSDs até três vezes mais rápidos

Embora os HDs tenham evoluído nos últimos anos, os SSDs continuam sendo a forma mais rápida de se armazenar e ler dados no seu computador. Mesmo que eles sejam consideravelmente mais caros que os HDs por GB de capacidade, a diferença de velocidade entre os dois costuma valer o investimento.

Mas há um tipo de SSD ainda mais rápido do que os tradicionais componentes de 2,5 polegadas que costumam ser usados em PCs. Eles são os SSDs M.2, que se ligam diretamente nos slots PCI-Express da placa-mãe e ao padrão NVMe para conferir performance até três vezes mais rápida que os SSDs tradicionais, como a imagem abaixo mostra:

No entanto, trocar o seu SSD por um SSD M.2 capaz de atingir essas velocidades não é tão simples assim. Isso porque, além do formato e da conexão diferentes, os SSDs mais rápidos também usam protocolos diferentes de transferências de dados. A seguir, vamos falar um pouco sobre essa diferença que permite uma velocidade maior.

Os legados dos HDs

Os SSDs foram criados para substituir os HDs, e isso exigia que a indústria tomasse alguns cuidados. O mais importante era garantir que eles conseguiriam caber onde os HDs cabem e se conectar às placas-mãe da mesma maneira como os HDs se conectam.

 

Os HDs tinham 3,5 ou 2,5 polegadas de largura, é basicamente por isso que os SSDs têm, atualmente, 2,5 polegadas de largura – os chips de memória dos SSDs são, em si, bem menores que isso. Mas, com esse tamanho, os SSDs podiam se encaixar nos mesmos locais onde os HDs eram encaixados antes, tanto em notebooks quanto no caso de desktops, e por isso o formato foi adotado.

Quanto à conexão, aqui também houve uma “herança” dos HDs. Eles transmitiam dados à placa-mãe usando o protocolo SATA. Esse protocolo é, basicamente, a “língua” que o dispositivo de armazenamento fala. Atualmente, a maioria dos HDs usa o protocolo SATA 3, que permite taxas de transferência de até 6 Gbps.

 

Então foi natural para os fabricantes usar essa mesma interface. Afinal, um usuário que quisesse trocar seu HD por um SSD já teria que gastar um dinheiro considerável com o dispositivo. Se fosse necessário, além disso, comprar uma placa-mãe nova para adaptar o novo aparelho de armazenamento, é provável que menos pessoas estivessem dispostas a fazer a mudança.

Um novo protocolo

Conforme os SSDs foram se tornando mais populares, ficou cada vez mais claro que eles não precisavam ser feitos naquele formato. E foi assim que surgiram os SSDs mSATA, que se encaixavam diretamente na placa-mãe. Eles são consideravelmente menores, medindo geralmente em torno de duas polegadas de comprimento por uma de largura.

Esse tamanho menor do dispositivo foi particularmente útil para fabricantes de notebooks, que conseguiam fazer dispositivos mais finos. Mas mudar o formato dos SSDs era apenas o menor dos avanços, já que eles permitiam velocidades maiores do que aquelas com as quais a interface SATA 3 era compatível.

É aqui que entram os SSDs M.2. Os primeiros eram apenas SSDs SATA, e por isso eles tinham a mesma velocidade dos SSDs tradicionais. Mas com o tempo eles começaram também a aproveitar o protocolo PCI Express 2.0 x2 da placa-mãe, o que lhes permitia se comunicar de maneira mais rápida. E, atualmente, há SSDs M.2 que suportam até mesmo as interfaces PCI Express

2.0 x4 junto com uma tecnologia NVMe, o que lhes permite ir até três vezes mais rápido do que os SSDs SATA.

MVME

NVMe é uma sigla que significa “Non-Volatile Memory Express”, ou “memória não volátil express”. Memória não volátil é a memória que retém seus dados mesmo quando for desligada (no computador, a memória volátil está presente na RAM, por exemplo).

A vantagem dessa tecnologia é que ela consegue explorar de maneira mais completa a arquitetura dos SSDs. Enquanto os HDs eram discos rígidos que precisavam ser lidos e gravados, o SSD é uma placa de células de memória que podem ser lidas e gravadas de maneira relativamente paralela. O NVMe consegue “entender” melhor essa arquitetura e, com isso, gravar e ler dados mais rapidamente em SSDs.

Confusão

O problema é que nem todos os drives com o formato M.2 são compatíveis com o protocolo PCI Express. Existem SSDs M.2 SATA, por exemplo, e eles não oferecem nenhum benefício de performance com relação aos SSDs de 2,5 polegadas tradicionais.

Fora isso, os drives M.2 têm tamanhos diferentes, e isso traz algumas complicações. Primeiro porque é necessário saber quanto espaço você tem no seu computador caso queira atualizá-lo. E segundo porque um SSD M.2 maior em tamanho não será, necessariamente, maior em capacidade. E como se isso tudo não fosse suficiente, ainda é necessário que a placa-mãe seja compatível com a tecnologia NVMe para que os SSDs que a tenham possam aproveitá-la.

E há, ainda, a questão do preço. SSDs já são caros, e os SSDs M.2 com NVMe são ainda mais caros – ainda mais quando se fala em drives de alta capacidade. Um SSD desses da Samsung de 2 TB, por exemplo, chega a custar mais de R$ 11 mil.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/conheca-a-tecnologia-m-2-que-permite-ssds-ate-tres-vezes-mais-rapidos/69684

 

 

 

 

 

 

 

 

Share