07 abr 2019

Serasa lança serviço que monitora e alerta se dados de usuários foram para Dark Web

Serasa lança serviço que monitora e alerta se dados de usuários foram para Dark Web

Uma vez detectado que dados estão expostos, consumidor recebe orientações de procedimentos de segurança

A Serasa anunciou nesta quinta-feira (04/4), um serviço que vai monitorar e alertar os usuários caso seus dados sejam vazados na chamada Dark Web, onde as informações podem ser vendidas para usos ilegais por criminosos virtuais.

O serviço está disponível no site do Serasa Antifraude de forma gratuita e aponta se seu e-mail foi vazado na Dark Web. Ele faz esse monitoramento e alerta, avisando o consumidor sobre qualquer exposição e dando orientações de procedimentos de segurança.  Já a versão paga do produto, indica em qual site seu e-mail foi vazado e/ou comercializado. A página mostra ainda em tempo real o número aproximado de dados vazados desde que o usuário acessou o Serasa Antifraude.

Para William Oliveira, gerente do Serasa Antifraude, a missão do produto é ajudar o consumidor brasileiro a se proteger de todo tipo de fraude, garantindo conhecimento e controle sobre dados pessoais: “Ao estudar a evolução dos golpes, identificamos o risco crescente representado pela Dark Web para a proteção dos brasileiros. É crescente o número de vazamentos de dados e com frequência, os mesmos vão parar em fóruns sendo comercializados ilegalmente”, afirma. “A partir deste conhecimento, passamos a trabalhar para criar soluções que permitam a visibilidade e, principalmente, ação protetiva, na mãos dos brasileiros. O email é apenas o primeiro passo e nos próximos meses teremos mais dados adicionados a este serviço”.

Segundo o Serasa Consumidor, o Brasil tem mais de 25 milhões de dados violados, sendo o 5º país com mais vazamentos de informações. Ladrões de identidade podem utilizar dados pessoais para abrir novas contas e realizar compras, apresentar declarações falsas de impostos, alugar ou comprar propriedades, roubar patrimônios e ainda fazer muitas outras ações criminosas.

A Serasa recomenda ainda que no momento em que o vazamento é descoberto, o usuário deve reagir rapidamente, tomando algumas medidas de segurança para se proteger. Entre elas:

  • Acompanhar seu extrato bancário, ficando atento a transações desconhecidas;
  • Evitar compartilhar dados pessoais por e-mail: nome, CPF e conta bancária;
  • Substituir as senhas atuais por outras mais eficientes, exclusivas e seguras;
  • Cancelar rapidamente cartões bancários, fazer um boletim de ocorrencia e ativar o alerta de documentos no Serasa;
  • Atenção à e-mails de origem desconhecida;
  • Evitar compartilhamento de dados pessoais por e-mail e/ou rede sociais;
  • Desconfiar de ligações que solicitem a confirmação de dados pessoais.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/serasa-lanca-servico-que-monitora-e-alerta-se-dados-de-usuarios-foram-para-dark-web/84388

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13 mar 2019

IGP-M acumula taxa de 7,68% em 12 meses

IGP-M acumula taxa de 7,68% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,71% na primeira prévia de março. A taxa é superior ao 0,2% de fevereiro deste ano. Com o resultado, o IGP-M acumula taxa de inflação de 7,68% em 12 meses, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A alta da taxa na prévia de fevereiro para a prévia de março foi provocada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que avalia o atacado, subiu de 0,22% em fevereiro para 0,9% em março. O Índice de Preços ao Consumidor, que avalia o varejo, passou de 0,14% para 0,47% no período.

A inflação do Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,25% na prévia de fevereiro para 0,02% na prévia de março.

Fonte: https://moneytimes.com.br/igp-m-acumula-taxa-de-768-em-12-meses/

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08 mar 2019

NF-e – Regras de cancelamento

NF-e – Regras de cancelamento

A nota fiscal foi emitida com erros, será que o documento pode ser cancelado?

A Nota Fiscal Eletrônica NF-e modelo 55, instituída pelo Ajuste SINEF 07/2005, está em operação há muito tempo, mas ainda hoje surgem dúvidas sobre este documento eletrônico, principalmente no que tange ao evento de cancelamento.

Requisitos para cancelar a NF-e:

1 – Não ocorrência do fator gerador do imposto, ou seja, a mercadoria não pode ter saído do estabelecimento.

2 – O cancelamento deve ocorrer no prazo regulamentar de 24 horas contados da autorização. 

Curiosidades no Estado de São Paulo

Depois das 24 horas o contribuinte consegue cancelar a NF-e?

Sim, porém fica sujeito à multa, de acordo com as regras no Estado (item z1 do Inciso IV do artigo 527 do Regulamento do ICMS).

Art. 527 do RICMS –  inciso IV – infrações relativas a documentos fiscais e impressos fiscais:

z1) falta de solicitação de cancelamento de documento fiscal eletrônico, quando exigido pela legislação, ou solicitação de cancelamento desses documentos após transcurso do prazo regulamentar – multa equivalente a 10% (dez por cento) do valor da operação ou prestação constante do documento, nunca inferior a 15 (quinze) UFESPs, por documento ou impresso;

No caso de solicitação após transcurso do prazo regulamentar, multa equivalente a 1% (um por cento) do valor da operação ou prestação constante do documento, nunca inferior a 6 (seis) UFESPs, por documento ou impresso; (Alínea acrescentada pelo Decreto 55.437, de 17-02-2010; DOE 18-02-2010; Efeitos a partir de 23-12-2009)

Para cancelar a NF-e após 480 horas contadas da autorização, o contribuinte deverá elaborar requerimento e protocolar junto ao Posto Fiscal de jurisdição.

Confira o que determina a SEFAZ-SP sobre o cancelamento da NF-e:

Quais são as condições e prazos para o cancelamento de uma NF-e?

Somente poderá ser cancelada uma NF-e cujo uso tenha sido previamente autorizado pelo Fisco (protocolo “Autorização de Uso”) e desde que não tenha ainda ocorrido o fato gerador, ou seja, em regra, ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento.

 Prazo regulamentar para cancelar a NF-e

O prazo máximo para cancelamento de uma NF-e no Estado de São Paulo é de 24 horas a partir da autorização de uso.

Para proceder ao cancelamento, o emitente deverá fazer um pedido específico gerando um arquivo XML para isso. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias, o pedido de cancelamento também deverá ser autorizado pela SEFAZ. O Layout do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte, disponível na seção Downloads. 

Cancelamento da NF-e após as 24 horas

Após o prazo regulamentar de 24 horas da autorização de uso da NF-e, os Pedidos de Cancelamento de NF-e transmitidos à Secretaria da Fazenda serão recebidos via sistema até 480 horas da Autorização de Uso da NF-e, porém neste segundo caso o emitente fica sujeito à penalidade prevista no item z1 do Inciso IV do artigo 527 do Regulamento do ICMS.

Cancelamento após o prazo de 480 horas

Após este prazo de 480 horas da autorização de uso da NF-e, a NF-e pode ser cancelada somente com a aprovação do Posto Fiscal de vinculação. O pedido deve ser acompanhado da:
1. chave de acesso da NF-e a ser cancelada extemporaneamente;
2. folha do livro Registro de Saídas e/ou Entradas, correspondente ao lançamento da operação ou prestação ou declaração de que faz uso da EFD (Escrituração Fiscal Digital);
3. comprovação de que a operação não ocorreu:

– declaração firmada pelo representante legal do destinatário/remetente paulista da NF-e de que faz uso da Escrituração Fiscal Digital ou, não sendo este o caso, declaração firmada pelo representante legal do destinatário/remetente paulista da NF-e que não ocorreu a operação e de que não utilizou como crédito o valor do imposto registrado no documento fiscal ou;

– tratando-se de pedido que envolva estabelecimento situado em outra unidade da Federação, cópia de correspondência entregue pelo destinatário à repartição fiscal do seu domicílio, em que declare que não utilizou como crédito, ou que estornou, a quantia restituenda ou compensada.

4. declaração firmada pelo representante legal e os motivos que impediram o cancelamento tempestivo da NF-e.

A resposta do pedido será enviada via Domicílio Eletrônico do Contribuinte – DEC.
Após a autorização do Posto Fiscal de vinculação, o emitente da NF-e deve transmitir o cancelamento da NF-e como evento, via sistema, dentro do prazo de 15 dias.

O status de uma NF-e (autorizada, cancelada, etc) sempre poderá ser consultada no site da Secretaria da Fazenda do Estado da empresa emitente ou no site nacional da Nota Fiscal Eletrônica.

Questões comuns sobre o cancelamento da NF-e

Na prática o contribuinte pergunta no dia a dia para o seu contador:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Portanto se a mercadoria já circulou não há que se falar em cancelamento da NF-e. Sobre este tema confira a Ementa da Resposta a Consulta Tributária 16922/2017, de 05 de Janeiro de 2018. Disponibilizado no site da SEFAZ em 01/02/2018.

Ementa

ICMS – Obrigações acessórias –- Alteração na NF-e, após sua emissão, relativa à quantidade de mercadorias e ao valor total da operação – Mercadorias já recebidas pelo destinatário.

I. Uma vez emitida a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e ocorrida a circulação da mercadoria, não há que se falar em cancelamento do documento fiscal emitido ou em Carta de Correção Eletrônica (ocorrências no valor da operação não são passíveis de correção).

Escrituração da NF-e cancelada

Vale lembrar que a NF-e cancelada deve ser escriturada nos Livros Fiscais (inciso III do Art. 39 da Portaria CAT 162/2008).

Identificou que a NF-e foi emitida com erro? Corre para cancelar o documento no prazo de até 24 horas contados da autorização de uso, sob pena de ficar sujeito à multa.

 

 

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07 mar 2019

Ghidra: uma nova ferramenta de segurança cibernética. E de código aberto!

Ghidra: uma nova ferramenta de segurança cibernética. E de código aberto!

O programa é usado para converter códigos binários em linhas de código-fonte para ajudar pesquisadores a descobrir informações sobre programas maliciosos

A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) sempre está trabalhando para melhorar a segurança do país, para evitar que dados sejam vazados ou o sistema seja invadido por hackers (e para espionar as pessoas, vamos ser francos). E agora, a entidade apresenta sua nova ferramenta de segurança, que leva o simpático nome de Ghidra. O programa foi demonstrado na última terça-feira (05/3) durante uma conferência de segurança em São Francisco.

Mas ao contrário do que se pensa, o Ghidra não pode ser usado para hackear dispositivos. Na verdade, ele conta com uma estrutura de engenharia reversa que pode ser utilizada para descriptografar códigos-fonte de malwares, para que eles sejam estudados por pesquisadores. O software foi projetado para rodar em diversos sistemas operacionais como o Windows, Linux e macOS. A engenharia reversa converte o código binário de um programa em um código-fonte que pode ser analisado para se descobrir a origem de um software mal intencionado.

O código fonte do Ghidra é aberto, o que permite modificações dos usuários para que ele funcione de acordo a suas necessidades. Os criadores acreditam que a ferramenta não será usada apenas nos EUA, mas em todo o mundo.

Diversos pesquisadores e desenvolvedores começaram a contribuir para o projeto, relatando bugs e falhas de segurança em seu processo. Essa ferramenta tem tudo para se tornar uma das maiores do mundo se tratando de rastreamento de origem de malwares.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/ghidra-uma-nova-ferramenta-de-seguranca-cibernetica-e-de-codigo-aberto/83412

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21 fev 2019

Já é possível acessar a CNH Digital com leitor biométrico no Android e no iPhone

Já é possível acessar a CNH Digital com leitor biométrico no Android e no  iPhone

Face ID dos aparelhos da Apple também foi liberado para acesso ao documento. E, se o usuário preferir, o aplicativo pode ficar protegido por senha.

No fim de 2018, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) facilitou o acesso à CNH Digital ao permitir que a versão virtual do documento fosse validada em casa, diretamente pelo celular. Agora, a atualização do aplicativo Carteira Digital de Trânsito para iOS e Android recebeu um novo upgrade para a CNH Digital: é possível acessá-la usando os leitores de digitais do Android e do iPhone, assim como o Face ID dos dispositivos da Apple.

Quem já usa o documento em formato digital pode acessar o aplicativo com sua senha de quatro dígitos e habilitar a biometria. Ainda assim, se necessário, é possível continuar usando a chave de acesso. Para desativar a opção de acesso com digital, basta abrir o menu lateral, tocar em Configurações e desmarcar a opção Biometria.

Depois que a validação da CNH Digital foi liberada para os smartphones — o que elimina a necessidade de ir até o Detran —, o número de motoristas que aderiram ao formato cresceu rapidamente e já alcança 1,5 milhão de pessoas em todo o país. Além da CNH, é possível acessar pelo app a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVe). O documento traz informações sobre o ano do último licenciamento, o que permite ver a data de pagamento das taxas de liberação do veículo para circulação.

O documento digital do carro tem o mesmo valor legal do em papel, mas para ser obtido no app o veículo precisa estar devidamente regularizado. O CRLVe é utilizado por 85 mil proprietários de veículos nos locais que oferecem a opção no celular: Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Sergipe.

Para quem ainda não utiliza a CNH Digital, antes de validá-la é preciso certificar-se de que a carteira de habilitação tem código QR. Se a CNH for antiga e não tiver o código, será necessário solicitar a 2ª via pelo Detran.

Link: https://olhardigital.com.br/noticia/ja-e-possivel-acessar-a-cnh-digital-com-leitor-biometrico-no-android-e-no-iphone/83000

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13 fev 2019

Cade aprova criação de empresa de logística entre Correios e Azul.

Cade aprova criação de empresa de logística entre Correios e Azul.

Autorização à criação da empresa de transporte de cargas foi dada sem restrições; abertura de uma companhia pela Azul e pelos Correios foi anunciada em dezembro de 2017

BRASÍLIA – O tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a criação de uma empresa de logística de transporte de cargas entre os Correios e a Azul, como antecipou o Estadão/Broadcast.

No julgamento, o conselho negou dois recursos apresentados pela Latam e Avianca contra o negócio e manteve o entendimento da Superintendência-Geral do órgão, que havia aprovado a operação em dezembro. A superintendência é a instância responsável por analisar operações consideradas mais simples e já havia dado o aval ao negócio, mas, como as concorrentes apresentaram recursos, o caso teve que ser julgado pelo tribunal do conselho.

Nos recursos, as empresas defenderam que o negócio pode afetar o ambiente concorrencial, já que a Azul poderá realizar, com exclusividade e de forma perene, o transporte aéreo doméstico da carga dos Correios, prejudicando os demais players do mercado.

As concorrentes expressaram ainda preocupação de que os Correios possam adotar práticas discriminatórias, estendendo para outros mercados o monopólio legal na entrega de cartas e sua posição dominante no mercado de entrega de encomenda.

O entendimento do conselheiro relator, Maurício Maia, que foi acompanhado pelos demais conselheiros, é que a operação não gera preocupações concorrenciais e ainda traz eficiências, ao criar uma nova empresa para o setor de logística de transportes de cargas. “A baixa participação da Azul nesse mercado afasta preocupações concorrenciais”, completou.

Negócio

A abertura de uma companhia pela Azul e pelos Correios foi anunciada em dezembro de 2017. A nova empresa terá participação de 50,01% da companhia aérea e 49,99% da estatal e oferecerá um serviço integrado para transporte de cargas com “potencial para se tornar a melhor plataforma de logística para o comércio eletrônico do País”, como disseram as empresas à época. A operação tem o objetivo de movimentar aproximadamente 100 mil toneladas de carga por ano.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,cade-aprova-criacao-de-empresa-de-logistica-entre-correios-e-azul,70002719871

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04 fev 2019

Sua rede Wi-Fi pode ser invadida através de uma… lâmpada!

Sua rede Wi-Fi pode ser invadida através de uma… lâmpada!

Lâmpada LiFi

(Foto: Lifx)

Cada vez mais temos dispositivos conectados em casa. No entanto, seus sistemas de segurança nem sempre são ideais. O site sobre atividades hackers, LimitedResults, demonstra isso hackeando uma lâmpada inteligente até revelar a senha do wifi da rede à qual ela está conectada.

A lâmpada é uma LIFX MiniWhite, que pode ser comprada na Amazon por apenas 30 euros. Mas, calma. Você não precisa correr para desparafusar todas as lâmpadas que tem em casa até ficar no escuro. Para começar, o fabricante da lâmpada explica que a vulnerabilidade já foi solucionada. Para continuar, hackear o dispositivo envolve desmontá-lo.

Não é algo, em suma, que pode ser feito facilmente e sem entrar em sua casa, mas também é uma séria preocupação com novas formas de acessar suas informações pessoais por meio de dispositivos IoT (Internet da Coisas).

O processo que o LimitedResults explica em seu blog mostra que é necessário acessar o circuito integrado que controla as conexões do bulbo (o qual deve ser removido para acessar o circuito de controle).

Depois de conectar  o circuito a um PC e ligá-lo, aparece a surpresa: os dados da conexão da rede Wi-Fi a qual ela está conectada são exibidos, inclusive a senha de acesso.

A lâmpada controlada por Wi-Fi armazenava todos os dados da rede em um simples formato de texto. Um prato cheio para hackers invadirem a rede.

Todos esses dados ficam armazenados na memória em texto simples e sem qualquer criptografia. A lâmpada também não possui nenhuma medida de segurança que impeça o acesso às suas funções até os níveis mais profundos do código de programação do dispositivo.

Mais uma vez, o firmware do LIFX MiniWhite foi atualizado e não há nada a temer. Provavelmente não antes, mas se você tiver lâmpadas inteligentes em um local público como um escritório, pode ser bom ficar de olho.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/sua-rede-wi-fi-pode-ser-invadida-atraves-de-uma-lampada/82285

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30 jan 2019

Governo paulista zera ICMS de frutas, verduras e hortaliças embalados

Governo paulista zera ICMS de frutas, verduras e hortaliças embalados

Nesta terça-feira (29), o governador João Doria assinou decreto que isenta o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) dos produtos hortifrutigranjeiros, estendendo o benefício a frutas, verduras e hortaliças que estejam embaladas ou resfriadas, mesmo que tenham sido cortadas ou descascadas.

A autorização foi dada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), por meio do Convênio ICMS-21/15, e tornou-se possível após aprovação do Projeto de Lei de nº 787/2017, do deputado Estevão Galvão. O decreto será publicado no Diário Oficial do Estado e a isenção valerá a partir de 1º de fevereiro de 2019.

De grande importância para o setor, o decreto atende o pleito dos produtores e distribuidores que realizam operações dentro do Estado de São Paulo e recolhem o ICMS com alíquota de 18%, ou reduzida a 12% quando realizadas por fabricante ou atacadista.

Já para as operações com outras unidades da Federação, o setor utilizava alíquotas de 7% (destinadas ao Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espírito Santo) ou 12% (Sul, Sudeste, exceto Espírito Santo). E 4%, no caso de mercadoria importada.

A isenção do ICMS se aplica às operações com hortifrútis detalhados no artigo 36, do Anexo I do Regulamento do ICMS, tais como abóbora, alface, batata, cebola, espinafre, banana e mamão, entre outros. Esses produtos podem estar ralados, cortados, picados, fatiados, torneados, descascados ou desfolhados.

Também é permitido que estejam lavados, higienizados, embalados ou resfriados, desde que não cozidos e não haja adição de quaisquer outros produtos que não os relacionados, mesmo que simplesmente para conservação.

O setor de hortaliças é o que mais gera empregos diretos na cadeia primária: são até 25 pessoas por hectare, em trabalho fixo ou temporário. O valor da produção agropecuária paulista em 2018, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, foi de cerca de R$ 74 bilhões.

Desse total, aproximadamente 15% representam receita proveniente da produção de frutas e hortaliças. Segundo estimativas do setor, ao menos 50 mil agricultores paulistas serão beneficiados com a desoneração.

Para o governador, a medida é uma das formas como a desburocratização do Estado pode fomentar a atividade econômica: “São menos 18% de impostos inúteis e inadequados. Infelizmente, ao longo dos anos, vários produtores foram penalizados exatamente porque estavam fazendo o correto, limpando, lavando e embalando os seus produtos, mas tendo que pagar mais impostos e fazendo com que os preços de frutas e verduras fossem mais caros nos supermercados. A partir de agora, São Paulo dá este bom exemplo que reduz o preço de alimentos para o consumidor em todos os níveis.”

Doria afirmou que outras medidas de desoneração fiscal podem ser tomadas ainda em 2019, em especial para os setores de alimentação e de higiene e limpeza. Porém, o governador espera contrapartidas imediatas do setor privado, como a queda dos preços para o consumidor final de itens que venham a ser desonerados.

“Ações desta natureza possivelmente se repetirão ao longo do ano. Menos burocracia, menos impostos, mais motivação para produtores e distribuidores e, com isso, gerando mais emprego e renda, e ao gerar renda e mais emprego, geramos mais impostos e o Estado cumpre também o seu objetivo social”, finalizou Doria.

O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Gustavo Diniz Junqueira, também falou sobre a importância do ato para os produtores paulistas: “O decreto assinado hoje vai ao encontro da proposta de incentivar o produtor a agregar valor ao seu produto para aumentar a receita. Estamos reparando uma injustiça com o agricultor que tem espírito empreendedor, e incentivando aqueles que não se preocupavam com a apresentação de seus produtos a fazê-lo de maneira a ganhar mais.”

Os produtos contemplados estão detalhados no artigo 36, Anexo I do Regulamento do ICMS, itens I a VIII e X a XII, conforme disposto abaixo:

I – abóbora, abobrinha, acelga, agrião, aipim, aipo, alcachofra, alecrim, alface, alfavaca, alfazema, almeirão, aneto, anis, araruta, arruda e azedim;
II – bardana, batata, batata-doce, berinjela, bertalha, beterraba, brócolos e brotos de vegetais usados na alimentação humana;
III – cacateira, cambuquira, camomila, cará, cardo, catalonha, cebola, cebolinha, cenoura, chicória, chuchu, coentro, cogumelo, cominho, couve e couve-flor;
IV – endívia, erva-cidreira, erva de santa maria, erva-doce, ervilha, escarola, espargo e espinafre;
V – funcho, flores e frutas frescas, exceto amêndoas, avelãs, castanhas e nozes;
VI – gengibre, hortelã, inhame, jiló e losna;
VII – macaxeira, mandioca, manjericão, manjerona, maxixe, milho verde, moranga e mostarda;
VIII – nabiça e nabo;
X – palmito, pepino, pimenta e pimentão;
XI – quiabo, rabanete, raiz-forte, repolho, repolho chinês, rúcula, ruibarbo, salsa, salsão e segurelha;
XII – taioba, tampala, tomate, tomilho e vagem;

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28 jan 2019

Google faz lançamento da primeira versão estável do Flutter, um toolkit cross-platform mobile

Google faz lançamento da primeira versão estável do Flutter, um toolkit cross-platform mobile

Durante a conferência Flutter Live, em Londres, o Google lançou a primeira versão estável do Flutter, uma plataforma de desenvolvimento móvel baseada em Dart, com o objetivo de tornar possível escrever aplicativos que compartilham uma única base de código em iOS e Android com interface nativa. Além disso, o Google anunciou uma implementação web experimental do tempo de execução do Flutter, que visa levar os aplicativos Flutter a navegadores padrão da web.

Depois de nove meses em beta, o Flutter 1.0 se concentra muito na estabilização e correções de bugs, juntamente com alguns novos recursos, como o Dart 2.1, novos widgets de interface e pré-visualizações para os recursos “Adicionar ao aplicativo” e “Visualizar em plataformas”.

O Dart 2.1 fornece tamanhos de código menores, verificação de tipos (objetos) mais rápida e melhores diagnósticos. De acordo com o Google, o Dart 2.1 reduz o tamanho da saída (minified output) em 17% e o tempo de compilação em 15%. O Dart 2.1 também traz novos recursos de linguagem, como o suporte melhorado a mixin através de uma nova palavra-chave mixin para classes que só podem ser usadas como mixins; verificação de tipos mais restrita para evitar a passagem de um int onde um double é esperado; novos códigos de status HTTP; e mais.

O recurso “Adicionar ao aplicativo” é a forma como o Google permite a transferência progressiva de uma aplicação existente para o Flutter. Ainda na pré-visualização, o “Adicionar ao aplicativo” depende da coexistência, em qualquer aplicativo Flutter, do tempo de execução Flutter, juntamente com um container nativo iOS ou Android. Consiste em um número crescente de modelos que pode ser usado com o comando flutter create. Isso criará uma biblioteca que pode ser vinculada ao seu aplicativo existente para fornecer uma Activity ou um ViewController que pode ser usado a partir do código Java/ObjC-Swift. Ao fazer isso, os desenvolvedores podem adicionar facilmente novos recursos aos seus aplicativos e/ou reimplementar os recursos existentes usando o Flutter.

O “Visualizar em plataformas” pode ser visto como o outro par do “Adicionar ao aplicativo”. Na verdade, ambos permitem a inclusão de um controle de interface do Android ou iOS em um aplicativo Flutter. Isso é possível graças a dois novos widgets, AndroidView e UiKitView. Um exemplo de aplicação útil do “Visualizar em plataformas” é a criação de plugins para conter controles de plataformas nativas como o Google Maps, WebView, etc. Significativamente, como os plugins deste recurso são baseados em um widget Flutter, os controles nativos podem naturalmente coexistir com controles da Flutter UI.

Como mencionado, o Google também anunciou o Hummingbird, uma implementação web experimental do tempo de execução Flutter com o objetivo de levar os aplicativos Flutter ao navegador. O Hummingbird aproveita o recurso Dart para compilar o JavaScript, além do ARM nativo. Apesar de não mudar o foco principal do Flutter em dispositivos móveis, o Hummingbird é uma estratégia mais ampla do Flutter para alcançar mais plataformas, incluindo Windows, macOS e Linux, que são alvos de outro projeto experimental, o Flutter Desktop Embedding.

O Flutter 1.0 pode ser baixado no site do Flutter: https://flutter.io/

Fonte: https://www.infoq.com/br/news/2019/01/flutter-1.0-released

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