16 out 2019

Emissão de NFC-e? Nós temos a solução.

Emissão de NFC-e? Nós temos a solução.

O que é nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e)?

A NFC-e é a nota fiscal que substitui os cupons fiscais e a nota fiscal de modelo 2, documentos muito utilizados pelo varejo brasileiro. A ideia é fornecer uma possibilidade eletrônica para evitar o acúmulo e desperdício de papéis e ainda ter um controle mais ágil e prático de cada venda realizada. Com a nota fiscal de consumidor, a Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) de cada estado conseguirá ter acesso à NFC-e no mesmo instante em que ela for emitida, como já acontece com a NF-e de Produto (modelo 55).

Além disso, não será necessário que os empreendedores comprem impressoras fiscais para entregar o comprovante da compra e nem que haja fiscalização em cada uma dessas máquinas.

Quais são as vantagens da NFC-e?

A NFC-e terá a mesma validade jurídica dos cupons emitidos pelo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), mas a principal vantagem é que será no formato digital. Isso vai possibilitar o acesso ao documento por dispositivos móveis, como smartphones, tablets e notebooks em tempo real.

Mas, ainda existem outros benefícios desse modelo eletrônico, confira:

Vantagens para o empreendedor:   

– Menos burocracia e maior facilidade para manter o negócio legalizado;

– Economia, já que dispensa o uso de máquinas térmicas para a impressão dos documentos, visto que cada impressora custa cerca de R$ 4 mil.

– Não necessita de fiscalização nas máquinas por parte da Sefaz;

– Diminuição dos custos e desperdício de papéis;

– Emissão da NFC-e a qualquer hora e em qualquer lugar;

– Integração com dispositivos móveis;

– Acompanhamento e envio das emissões em tempo real;

– Armazenamento dos documentos fiscais em plataformas digitais;

– Maior controle e organização das notas geradas;

– Impressão dos documentos em papel e máquinas comuns (caso haja necessidade).

Vantagens para o consumidor:   

– Não precisa acumular diversos cupons fiscais impressos;

– Consulta dos documentos por meio de um QR Code no smartphone ou ainda de outros dispositivos móveis;

– Impressão das notas fiscais em qualquer máquina;

– Recebimento do extrato da nota fiscal por e-mail;

– Agilidade no atendimento nos estabelecimentos comerciais.

 

Ainda tem alguma dúvida ou deseja contratar o módulo? 

Entre em contato com nosso setor comercial:

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29 maio 2019

5 motivos para inserir programação e robótica no currículo escolar

5 motivos para inserir programação e robótica no currículo escolar

Programação e robótica

O ensino de programação está relacionado ao ensino de robótica (por exemplo, para criar orientações para que os robôs se mexam). Porém, há muitas vertentes a serem exploradas quando estamos trabalhando a programação – incluindo de forma offline. O ensino pode inclusive se iniciar de forma desplugada (aquele realizado longe de um computador) e abarcar muitas variáveis do currículo. No ensino através de um programação, muitas outras possibilidades estão à disposição:  trabalhar gifs, narrativas digitais, jogos… e a programação para ser repassada para a placa programável, aquela que dará vida a um protótipo.

1 – Desperta para a aprendizagem criativa

Ambos são capazes de alavancar a aprendizagem, tornando-o envolvente e significativo. Isso acontece porque são formas de aprender que permitem que a criatividade e a inventividade estejam presentes em todo o momento. Não é algo só para as exatas: programação e robótica podem ser trabalhadas em qualquer área do conhecimento e de forma interdisciplinar.

2-  A robótica ajuda a compreender a programação

Ao dar vida aos protótipos, a lógica de programação (que parece ser algo abstrato), ganha uma outra percepção. Desenvolver seus próprios protótipos permite aos alunos compreenderem de forma lúdica o que está por trás dos funcionamentos dos objetos. Esse encantamento vai além do simples “aprender na prática o funcionamento de um algoritmo”. Ele permite que os estudantes compreendam como a lógica da programação se transforma em projetos reais.

3 – A robótica auxilia a compreender o mercado de trabalho

Já vivemos a indústria 4.0. Trabalhar a robótica é oportunizar que os alunos tenham possibilidade de se adaptar a um mercado que cada dia está mais tecnológico e para que possam ocupar boas posições. Há vivência, ainda na Educação Básica, de competências necessárias ao mundo do trabalho, como colaboração, empatia, resoluções de problemas. O desenvolvimento dessas competências permite que eles não sejam apenas consumidores, mas também produtores de tecnologia.

4 – Desenvolve as competências socioemocionais

Por si só, o ensino de programação e robótica tem como premissa a colaboração, a troca de ideias, a resoluções de problemas para desenvolver projetos e avançar com os desafios que surgem ao longo do percurso. Os alunos terão de resolver conflitos, trabalhar com questões e valores para avançar em seus protótipos, aprendendo a descordar e a lidar com angústias, frustrações, divergências de opiniões, ansiedade…

 5 – Ajuda a desmitificar o uso das tecnologias.

Precisamos compreender que a tecnologia não é um fim e sim o meio. Ao trabalhar com projetos mão na massa, estamos olhando a tecnologia por outro prisma ao trabalhar com problemas reais (como a utilização por uma questão social).

Fonte – https://novaescola.org.br/conteudo/17563/5-motivos-para-inserir-programacao-e-robotica-no-curriculo-escola

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20 maio 2019

Adoção do 5G pode atrasar devido sanção dos EUA contra Huawei

Adoção do 5G pode atrasar devido sanção dos EUA contra Huawei

Os Estados Unidos apertaram sua ofensiva na guerra comercial contra a China, obrigando grandes grupos norte-americanos, como a Google, a Intel e a Qualcomm, acessarem o suporte de tecnologia para a gigante Huawei e outras companhias chinesas. Isso gera uma série de consequências, das quais a que maior preocupação fica por conta a chegada do 5G — a Huawei é líder no fornecimento de equipamentos de rede para a próxima geração de internet móvel.

Vale destacar que a Huawei não somente é a maior fabricante de infraestrutura como distribui componentes vitais para 5G para a Qualcomm, a Intel e a Micron. Segundo a firma de pesquisa de mercado Gavekal, os estadunidenses correspondem a ? da cadeia de fornecimento da companhia asiática, que também vende seus modems 5G para outras fabricantes, como a Samsung e a Apple.

“Isso pode atrasar a cadeia de suprimentos da Huawei nos Estados Unidos e potencialmente atrasar o 5G na China”, disseram Edison Lee e Timothy Chau, analistas da corretora Jefferies. Eles classificam o cenário como um “pesadelo” para a adoção do novo sistema.

O mundo todo deve sentir esse atraso

Além dos contratos na China, a Huawei assinou dezenas de outras parcerias comerciais com o 5G em todo o globo, incluindo 25 na Europa e 10 no Oriente Médio. Pode ser mais difícil cumprir os objetivos firmados nessa documentação se chinesa não puder usar as peças dos fornecedores norte-americanos.

Analistas acreditam que a Huawei está atualmente mais bem posicionada para contornar a proibição aplicada por Trump. Embora esteja na infraestrutura de um considerável número de pequenas operadoras de telefonia móvel no interior dos Estados Unidos, a companhia vem sendo “observada mais de perto” pelo governo ianque desde 2012, quando começaram as acusações de espionagem. Desde então, ela vem se preparando para interromper e diversificar a cadeia de abastecimento.

“A proibição vai desacelerar a adoção do 5G e, eventualmente, será prejudicial para operadoras e consumidores de telecomunicações em todo o mundo”, prevê Charlie Dai, analista da empresa de pesquisa Forrester. A expectativa para a chegada do 5G em vários países ainda está mantida para 2020 — mas o que estaria disponível no início do ano pode ficar para bem mais tarde, por exemplo.

“Restringir a Huawei de fazer negócios nos Estados Unidos não tornará o país mais seguro ou mais forte; em vez disso, isso servirá apenas para limitá-los a alternativas inferiores, porém mais caras, deixando-os atrasados ??na implantação 5G”, afirmou a Huawei.

Outras questões importantes

Bem, como já dissemos nas outras matérias, os aparelhos Huawei existentes vão continuar operando alguns serviços básicos da Google, como Gmail e o Google Play. Caso nada mude, o suporte deve continuar cerca de mais um ano e não espere por atualizações de segurança ou até mesmo a chegada do Android Q.

O plano B da Huawei envolve um sistema operacional com base no que já foi alcançado com a interface EMUI. Como a companhia monta seus próprios chipsets para smartphones com a subsidiária HiSilicon, é bem possível que a companhia já tenha acumulado conhecimento suficiente para integrar bem hardware com software — o problema maior aqui é atuar fora da China, onde a empresa terá que encontrar parceiros locais em cada região que for atuar, já que é difícil fazer com o público deixe o Android para aderir à sua alternativa.

Por enquanto, a Honor, subsidiária de sucesso da Huawei na China, não deve ser tão afetada, porque ela tem uma rede de suprimento toda baseada nos arredores da matriz. Há ainda a espera pela decisão da Microsoft, que deve seguir as ações da Google mas não bateu o martelo — existem muitos modelos de laptops da Huawei com Windows 10.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mercado/141502-adocao-5g-atrasar-devido-sancao-eua-huawei.htm

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16 maio 2019

Medida provisória quer simplificar a vida dos empreendedores.

Medida provisória quer simplificar a vida dos empreendedores.
Com a MP da Liberdade Econômica, o Governo Federal quer que os empresários brasileiros não enfrentem uma maratona para conseguir autorização para empreender.
Burocracia é uma expressão que não sai cabeça de empresários de todos os setores da nossa economia. E não é para menos, já que o Brasil está lá embaixo no ranking de países com melhores ambientes de negócios no mundo. O Governo Federal mandou para o Congresso uma medida provisória para simplificar a vida dos empreendedores.
São pessoas como Hannah Giovana, que montou um ateliê de costura em casa. Ela tirou o registro de MEI, mas não foi atrás do alvará permanente de funcionamento do negócio. “O provisório já acabou em 180 dias. O permanente eu ainda não tenho, porque eu ainda não tive tempo pra isso. Na verdade, porque é muita burocracia”, afirma.
Em Diadema, onde Hannah trabalha, existe um programa que facilita a vida do empreendedor, o Via Rápida Empresa. Mas isso é exceção em um país cercado de empecilhos.
Com a chamada MP da Liberdade Econômica, o Governo Federal quer que os empresários brasileiros não enfrentem uma maratona para conseguir autorização para empreender. “Ela aponta pra uma direção de maior liberdade, de maior facilidade de fazer negócio, mas também traz bastante responsabilidade para o empreendedor, que passa a ser um ator mais relevante na sociedade brasileira”, explica o professor de empreendedorismo da FGV, Newton Campos.
Pela medida, não é mais necessário nenhum tipo de “ato público de liberação da atividade econômica”, como licenças e alvarás, para “atividades de baixo risco”, como ateliês de costura, sapatarias ou lojas de roupa.
A medida provisória introduz uma grande mudança na relação entre empresas e o governo. É a presunção de que os atos do empresário são de boa fé. Dúvidas na interpretação do direito devem ser resolvidas, respeitando a autonomia dele.
“Que o estado pressuponha que o que você diz é verdade, e que se você não disse a verdade, você pagará pelos seus atos depois. É um passo bastante ousado também de cidadania”, afirma Newton.
A medida também estabelece que nenhuma licença poderá mais ser exigida, enquanto a empresa estiver desenvolvendo ou testando produto ou serviço sem riscos elevados. É importante lembrar que cada município ainda tem competência para fazer leis específicas. Mas, na ausência delas, vale a regra geral da MP.
Para o professor Newton, a medida é um primeiro grande passo, que aproxima o Brasil de países com os melhores ambientes para negócios no mundo. Segundo ele, a lei facilita a formalização, já que a pessoa que quer crescer, se tornar um médio empresário, precisa ser formal.
As mudanças já estão valendo. Agora, o Congresso tem até o final de agosto para aprovar e transformar a MP em lei. Caso isso não aconteça, a medida perde a validade.
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