28 ago 2014

Impressora portátil para smartphones

Impressora portátil para smartphones

A Fujifilm vai lançar em outubro no Brasil a Instax Share SP-1, impressora portátil que imprime imagens diretamente do smartphone. O aparelho, que chega por R$ 900, atua como um hotspot Wi-Fi e é compatível também com tablets que rodem iOS ou Android.

Para utilizar o dispositivo, basta instalar o app no celular, que funciona como uma espécie de editor de imagens. O usuário pode escolher efeitos e modelos de edição, inserir data, hora, localização e condições do clima no arquivo. Depois é só selecionar a impressão, que será enviada via Wi-Fi.

A foto impressa tem 5×8 cm, equivalente a um cartão de crédito, e pode registrar até 256 níveis por cor (RGB). Para imprimir, o produto utiliza um obturador de cristal líquido e LEDs que controla a luz. Ao contrário do que acontecia com as antigas câmeras instantâneas, não é necessário assoprar a foto. A impressora suporta até 10 fotos por vez.

Confira um vídeo que explica o funcionamento da Instax Share SP-1:

Impressora portátil para smartphones.

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22 ago 2014

4 dicas para a hora de formatar seu computador

4 dicas para a hora de formatar seu computador

Seu computador está lento demais e você decidiu que a única forma de resolver é com uma formatação? Ou então optou por largar de vez o Windows e instalar só uma distribuição de Linux? Neste casos, algumas dicas são importantes. Antes de se formatar o computador, tome nota de algumas recomendações básicas, mas importantes, para quem está prestes a apagar tudo e começar do zero.

1) Faça um (belo) backup
Empreste um HD externo de um amigo, parente ou colega de trabalho e faça seu Backup. Reserve tempo para o procedimento e garanta que nada importante fique para trás. Caso o espaço não seja suficiente, preocupe-se com fotos e vídeos pessoais. Músicas, games e filmes você pode baixar novamente, mas as fotos do natal na casa da avó, não. E nem tente fazer backup de programas instalados. Isso não pode ser feito, na maior parte das vezes. Concentre-se em instalá-los novamente após a formatação.

2) Faça o download dos drivers antecipadamente
Se tudo estiver funcionando perfeitamente no seu computador, agradeça aos drivers: um tipo de programa que cuida da comunicação entre seu hardware e o sistema operacional. Ao instalar um sistema operacional novo, é possível que sua placa de vídeo não funcione direito (deixando tudo muito lento), que o computador fique sem som, entre outros problemas. Para isso, basta baixar o driver específico do produto no site do fabricante. Mas imagine se a placa de rede parar de funcionar: como você vai entrar na internet para baixar estes drivers?

Entre no Gerenciador de dispositivos (Iniciar -> Painel de Controle -> Sistema -> Gerenciador de Dispositivos) e veja quais são os modelos de sua placa de vídeo, de rede (com e sem fio), e faça o download antecipado destes antes da formatação, para evitar complicações futuras.

Reprodução
Pelo menos os drivers do vídeo e da rede devem ser baixados antes. Acredite!

3) Organize-se
É comum, com o passar do tempo, que nossas pastas fiquem desorganizadas, com fotos, músicas e vídeos sendo jogados por todos os cantos do computador, ficando cada vez mais difíceis de serem organizados. Esta é uma boa hora para apagar tudo o que há de desnecessário (o que torna menor o tamanho do backup), e organizar todos os arquivos em suas devidas pastas.

Prepare uma pasta com seu nome e, dentro dela, subdivisões pelos tipos de arquivos. Algo como Nome/Fotos/Ano/Ocasião (“André/Fotos/2013/Aniversário de 20 anos da Rita”, por exemplo), assim como uma pasta para seus filmes, vídeos, documentos, downloads, etc. Lembre-se também de nunca instalar nenhum software nesta pasta. Assim, na próxima vez que for fazer um backup, formatar o computador ou levar seus arquivos para um PC novo, basta copiar a pasta “André”, ao invés de precisar caçar todos os arquivos em lugares separados.

4) Aproveite para fazer melhorias de hardware
Isso vale mais para desktops, mas é importante, em parte, para quem usa notebooks também: a hora da formatação é a melhor hora para instalar novos hardwares.

Seja a adição de uma SSD (Desktops sempre possuem espaço para mais uma; notebooks também possuem dois slots, nos modelos maiores), mais memória RAM, uma nova placa de vídeo (ou mais uma, caso você seja um entusiasta que usa múltiplas GPUs), ou qualquer outra adição podem causar problemas com programas já instalados, configurações já feitas, entre outras coisas. Então, que tal aproveitar para fazer essa troca de hardware num momento em que não há nenhum software instalado?

Também é importante lembrar que transferir uma instalação de sistema operacional de um HD para um SSD é um processo chato e demorado. Este é um bom momento para instalar novamente seu sistema direto no SSD e limpar o antigo HD.

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20 ago 2014

Por que meu e-commerce não dá lucro?

Por que meu e-commerce não dá lucro?

Por que meu e-commerce não dá lucro?

Por que meu e-commerce não dá lucro?

A euforia em volta do negócio de e-commerce é gigante nos últimos anos. Números de crescimento acelerado do mercado, empresas saindo do zero para se tornarem gigantes de faturamento e líderes no setor, haja visto Netshoes, Dafiti, Submarino. Todo mundo querendo entrar e aproveitar esse “boom” do momento.

Neste post, adaptado de uma matéria que escrevi para a próxima edição da revista E-commerce Brasil, irei abordar alguns dos principais motivos pelos quais muitas operações estão no vermelho hoje.

Guerra de preços

Principalmente os varejistas que vendem commodities vivem em uma guerra de preços, um verdadeiro Oceano Vermelho no e-commerce. São normalmente grandes marcas, com produtos similares e agregando os mesmo valor na compra (experiência quase idêntica, mesmos meios de pagamento, prazos de entrega similares, etc). Não há diferencial competitivo, e nos comparadores como Buscapé, vende mais quem tem menor preço. Para o consumidor é muito bom, mas até quando é sustentável?

Parcelamento

Comprar em 30/60/90 e vender em 10 ou 12 vezes é um problema gigante no caixa de qualquer empresa.  O mercado nacional tem essa particularidade (no mundo todo cobra-se juros para parcelar, no Brasil não!). Quem adora essa prática são os bancos e adquirentes, que fazem rios de dinheiro cobrando taxas de antecipação altíssimas dos varejistas que precisam de liquidez.

Frete Grátis

Outro gastador é o frete grátis. Essa política que é grande motivador de vendas no mercado de e-commerce nacional deve ser trabalhada com muita inteligência, caso contrário, a conta acaba custando cara demais para o varejista.

Negócio 100% formal

Verdade seja dita, muito do comércio físico era e ainda é muito informal no Brasil. Muitos varejistas “old school” tem dificuldades para encaixar seus modelos de negócios pagando impostos na totalidade. Além de muitas outras coisas positivas, o e-commerce está mudando esse mindset e contribuindo para profissionalização e legalização das empresas de varejo. O ponto é que essa linha de custo no DRE é bem pesada e alguns varejistas da velha guarda precisam aprender a conviver com ela.

Custos de Mídia

A rede Globo está para a televisão como o Google está para a internet no Brasil. 91% do volume das buscas no Brasil acontecem por lá. A ferramenta de anúncios do Google Adwords trabalha com leilão de palavras e inventário limitado. Isso significa que quanto maior a concorrência, maior o preço das palavras e consequentemente o custo de mídia para esse canal. Maior o custo, menor o ROI, menos resultados! Isso se replica para os outros canais também, está cada vez mais caro anunciar na Internet no Brasil.

Complexidade

Usabilidade, plataforma, sistemas de gestão, anti-fraude, gateways, business intelligence, Big Data, TMA, Reversa, inovação, conversão, analytics, CRM, HTML5, mobilidade, product owner, hosting, personalização, SEO, etc e etc. Há milhares de termos e campos de conhecimento que fazem parte do dia a dia dos profissionais de e-commerce. Muitas vezes as empresas se perdem na complexidade que esse vários conceitos podem trazer e esquecem de focar na essência de qualquer varejo: comprar e vender!

Pessoas caras e escassas

Há alguns poucos ótimos profissionais de e-commerce no Brasil, e eles são muito caros! Naturalmente, dado o pouquíssimo tempo de existência desse modelo de negócios, não há academias e fontes consolidadas de bons talentos. Uma revolução precisa acontecer para que mais pessoas se qualifiquem e consigam agregar nesse mercado.

Ecossistema de fornecedores

Agências de comunicação e marketing, transportadoras e operadores logísticos, empresas de tecnologia, estúdios de fotografia, call centers… há vários fornecedores de e-commerce que estão presentes no ecossistema e acabam diminuindo margens dos varejistas que não sabem/conseguem verticalizar no negócio. Saber dos pontos fortes e fracos é fundamental para pensar em como terceirizar serviços.

Falta de Planejamento Estratégico

Olhar de maneira holística o negócio não é fácil. Planejar operações e orçamentos de e-commerce realmente é algo que envolve muitas premissas e exige estudo aprofundado do negócio, concorrentes e mercado. Realmente para se ter uma gestão adequada, é necessário planejar e gerenciar de maneira “científica” e muito ágil esse business.

A conclusão para tudo isso é que deve-se enxergar o negócio de e-commerce não com a simplicidade que muitas vezes transparece na ótica do usuário. Não é tão simples ter um “site” no ar vendendo e trazendo resultados. O site é apenas a ponta do iceberg, por trás de qualquer negócio online de sucesso há muito planejamento, execução e gestão consistente.

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19 ago 2014

Governo implementa lei “De Olho no Imposto” e adia punição

Governo implementa lei “De Olho no Imposto” e adia punição

Brasília, 06/06/14 – As penalidades para os estabelecimentos comerciais que não discriminarem na nota fiscal ou em local visível os impostos embutidos no preço dos produtos e serviços que comercializarem vão ser aplicadas somente a partir de 1º de janeiro de 2015. O governo prorrogou a cobrança por meio da Medida Provisória nº 649 de 5 de junho de 2014, publicada hoje (6), no Diário Oficial da União, que altera a Lei nº 12.741/12. O prazo foi estendido em função da exigência de discriminação do percentual ou valores absolutos dos impostos referentes à União, estados e municípios. A divulgação poderá ser feita em nota ou cupom fiscal, com valores separados por entes tributantes ou por meio de cartazes e painéis afixados em local visível do estabelecimento.

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Guilherme Afif Domingos, destaca que a medida tem como objetivo garantir o direito do consumidor de saber o valor dos impostos e serviços que estão sendo pagos, e cobrar seus direitos. “O consumidor é o grande contribuinte e não sabe. Precisamos criar a consciência do pagador de impostos. Nada é de graça. Ao saber que paga imposto em tudo, o cidadão vai ser muito mais exigente e exigir serviços públicos de qualidade.

Isso faz parte da política de transparência do governo”, ressalta. As multas e penalidades poderão ser aplicadas a partir do dia 1º de janeiro, observando-se o critério de dupla visita para “lavratura de autos de infração, salvo na ocorrência de reincidência, fraude, resistência ou embaraço à fiscalização”. Também foi publicado hoje o Decreto nº 8264 de 5 de junho de 2014, que regulamenta a Lei nº 12.741/12, que será “exclusivamente orientadora” até 31 de dezembro de 2014. O texto determina que a carga tributária tem caráter meramente informativo, visando esclarecimento dos consumidores, não se prestando à finalidade de natureza fiscal ou financeira.

A regulamentação é facultativa para os microempreendedores individuais (MEIs). As microempresas e empresas de pequeno porte podem informar apenas a alíquota em que estão enquadradas no Simples Nacional. Empresas de porte médio e grande têm obrigatoriedade de detalhar os impostos em valores absolutos ou percentuais, por entes tributantes, ou seja, federal, estadual e municipal.

Perguntas e respostas – Decreto regulamentando a Lei n° 12.741

1. Para que serve este Decreto?

R: O Decreto regulamenta a Lei n° 12.741, que garante aos cidadãos o conhecimento mais claro da carga tributária incidente sobre cada produto e serviço que consomem. É importante lembrar que esse direito é assegurado pelo artigo 150, § 5º, da Constituição.

2. Que informação deve constar na nota fiscal?

R: Cada nota fiscal deve informar em termos percentuais ou valores aproximados os tributos incidentes na formação do preço cobrado do consumidor final de uma mercadoria ou serviço. Por exemplo, se um produto custa R$ 100,00 e aproximadamente R$ 25,00 desse preço se referem a tributos, deve constar na nota fiscal que a carga tributária incidente sobre aquele produto é de R$ 25,00 ou 25%. A nota deve segregar a carga tributária incidente por ente tributante.

3. Devo inserir essas informações em todas as notas fiscais emitidas pela minha empresa?

R: Não. Essa regra vale apenas para notas fiscais decorrentes da venda de mercadorias e serviços diretamente para o consumidor final. Entende-se como consumidor final a pessoa física ou jurídica que adquira mercadorias ou serviços para consumo próprio ou ainda bens destinados ao seu ativo imobilizado.

4. Onde essa informação deve ser posicionada?

R: Em campo próprio ou no campo “informações complementares” do documento fiscal.

5. Devo prestar a informação por cada mercadoria (ou serviço) comercializada ou pelo total da nota?

R: Mesmo considerando que cada uma das mercadorias ou serviços comercializados possuem cargas tributárias distintas, os valores estimados dos tributos incidentes devem ser informados por operação. Ou seja, num documento fiscal relativo à venda de 4 mercadorias distintas, deve-se informar a carga tributária estimada para o conjunto de mercadorias.

6. Posso somar os tributos da União, estados e municípios e informar apenas um valor ou percentual de carga tributária estimada?

R: Não. Deve ser informado um valor ou percentual de carga tributária estimada para cada ente. Portanto, até três valores devem ser informados: um relativo a tributos federais, um relativo a tributos estaduais e um relativo a tributos municipais.

7. Quais tributos devo considerar em meus cálculos? Em qual campo devo inserir cada um deles?

R: Para o cálculo dos tributos federais você deve somar os percentuais do:

I. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

II. Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), apenas para os produtos financeiros sobre os quais incide diretamente;

III. Contribuição Social para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) – (PIS/Pasep), apenas a parcela incidente na operação de venda ao consumidor final;

IV. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), apenas a parcela incidente na operação de venda ao consumidor final;

V. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide);

VI. Imposto de importação, PIS/Pasep/importação e Cofins/importação, caso haja insumos oriundos de operações de comércio exterior e que representem mais de 20% do valor do preço de venda da mercadoria O valor dos tributos estaduais corresponde à alíquota do Imposto sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). O valor dos tributos municipais corresponde à alíquota do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

8. Nos casos de venda ao consumidor final, devo inserir apenas os tributos pagos na última etapa da cadeia produtiva?

R: É possível assim proceder desde que, além da carga tributária da etapa final da cadeia produtiva, seja somada eventual incidência tributária anterior (IPI, substituição tributária, por exemplo). A Lei n° 12.741, de 2012, obriga, inclusive, que todos os fornecedores constantes das diversas cadeias produtivas forneçam aos adquirentes, em meio magnético, os valores do Imposto sobre a Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), individualizados por item comercializado.

9. Existem hipóteses de outros itens que devem ser divulgados?

R: Sim. Quando o pagamento de pessoal constituir item de custo direto do serviço ou produto fornecido ao consumidor, você deve divulgar a contribuição previdenciária dos empregados e dos empregadores incidente, alocada ao serviço ou produto.

10. Posso aproveitar cálculos já realizados sobre a incidência de tributos sobre as mercadorias e serviços que comercializo?

R: Sim. Caso desejem, as empresas vendedoras podem aproveitar estudos anteriores, desde que realizados por instituição de âmbito nacional reconhecidamente idônea e especializada na apuração e análise de dados econômicos.

11. Posso calcular a carga tributária aproximada das mercadorias ou serviços que comercializo? Existe alguma tabela de referência?

R: Sim. Todas as mercadorias ou serviços cujas informações de carga tributária aproximada serão informadas ao consumidor final podem ser classificadas de acordo com o disposto em três relações: a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), os itens de serviço da Lei Complementar 116 e a Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que produzam variação no patrimônio (NBS). Após classificar as mercadorias e serviços que comercializa de acordo com alguma das listas citadas acima, basta correlacionar o código identificador com a respectiva carga tributária aproximada.

12. Caso em algumas das mercadorias ou serviços que comercializo haja imunidades, isenções, reduções ou não incidências de um ou mais tributos, como devo proceder?

R: Esses valores não devem entrar no cálculo do somatório dos tributos, justamente porque foram eximidos.

13. Presto serviços de natureza financeira e não sou obrigado a emitir documento fiscal. Estou dispensado de informar a incidência tributária sobre meus serviços?

R: Não. Essa informação deve ser afixada em tabelas visíveis em seu estabelecimento.

14. Existem outras maneiras, além do registro no documento fiscal, válidas para divulgar a carga tributária estimada das mercadorias e serviços que comercializo?

R: Sim. É válida a opção por afixar painel, visível aos consumidores do estabelecimento, contendo a carga tributária estimada em termos percentuais sobre o preço a ser pago em cada mercadoria. Essa informação pode ser útil principalmente para as empresas que não possuem sistema informatizado de emissão de notas fiscais.

15. Serei tributado a partir dos valores que eu informar na nota?

R:Não. Os valores apresentados nos documentos fiscais (e em tabelas afixadas nos estabelecimentos) têm caráter meramente informativo.

16. Sou Microempreendedor individual (MEI), optante do Simples Nacional nos termos da Lei Complementar n° 123. Estou dispensado de informar a carga tributária incidente nas mercadorias que comercializo ou nos serviços que presto?

R: Sim. Para o caso do MEI, a informação é facultativa.

17. A mesma dispensa vale para as Micro e Pequenas empresas?

R: Não. Porém, aquelas optantes do Simples Nacional podem informar apenas a alíquota a que se encontram sujeitas nos termos do referido regime. Além disso, devem somar eventual incidência tributária anterior (IPI, substituição tributária, por exemplo).

18. Existem outras previsões de dispensa da obrigatoriedade de informar a carga tributária estimada na nota fiscal?

R: Sim. Como mencionado anteriormente, a obrigação vale apenas para as vendas ao consumidor final. Portanto, empresas terceirizadas contratadas para executar parte de um serviço, estabelecimentos industriais e comerciais que vendem seus produtos para revendedores ou realizam operações de remessas para industrialização, além de brindes e amostras grátis estão dispensadas dessa obrigação.

19. O que acontece com os estabelecimentos que não cumprirem essa legislação?

R: As visitas de fiscalização das entidades de defesa do consumidor serão exclusivamente orientadoras até 31 de dezembro de 2014.

20. Como as empresas poderão resolver outras dúvidas a respeito do assunto?

R: O Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República editarão normas complementares a respeito do assunto para orientar e normatizar outros aspectos da lei e do seu regulamento.

 

Matéria publicada por: Daiana Xavier

Fonte: http://www.drei.smpe.gov.br

Link: http://drei.smpe.gov.br/noticias/governo-implementa-lei-201cde-olho-no-imposto201d-e-adia-punicao

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15 ago 2014

Hoje é o Dia da Informática! Relembre a evolução do computador

Hoje é o Dia da Informática! Relembre a evolução do computador

Há exatos 68 anos surgia o ENIAC, um dos computadores mais importantes para a história da informática, criado em 1946. Sua relevância foi tão grande que a data de 15 de agosto celebra o Dia da Informática.Acrônimo de Computador e Integrador Numérico Eletrônico, o ENIAC foi desenvolvido por dois cientistas norte-americanos chamados John, o Mauchly e o Presper Eckert, ambos da Universidade da Pensilvânia.

O projeto começou em 1943 e a ideia era que o computador fosse usado para fins militares pelo Exército dos Estados Unidos, que estava envolvido com a Segunda Guerra Mundial.Era um nível tecnológico inimaginável para muita gente. Funcionando a uma velocidade 1 mil vezes superior ao alcançado pelas máquinas da época, o ENIAC ganhou até o apelido de “cérebro gigante”.Hoje, é claro, os 5 mil cálculos que ele fazia por segundo não são sequer comparáveis aos quatrilhões de operações que o supercomputador chinês Tianhe-2 alcança no mesmo tempo – é o mais potente do mundo, atualmente.

É importante observar, porém, que o ENIAC não é necessariamente o primeiro computador da história. O alemão Konrad Zuse desenvolveu, em 1936, o Z1, primeiro computador eletromecânico da história, que conseguia realizar cálculos e exibir a solução em uma fita perfurada. A máquina era gigantesca e pesava quase 500 kg e fazia apenas adições, subtrações, multiplicações e divisões, além de cálculo de raiz quadrada. Pouco depois, ele criou o Z3, a primeira máquina totalmente automática e programável.

Por muitos anos, a “paternidade” do computador ficou com John Mauchly and John Eckert, o que foi contestado ao longo dos anos. Com a controvérsia, o computador foi considerada uma invenção de domínio público.Mas o que ocorreu entre aquele trambolho que pesava mais de 30 toneladas e o ultrabook que equipa salas por aí? Clique nos balões do resumo abaixo e descubra:

Fonte: Olhar Digital

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14 ago 2014

Testamos o Aviate, o app que adapta o Android às suas necessidades

Testamos o Aviate, o app que adapta o Android às suas necessidades

Há um bom tempo, recebemos uma grata novidade no Android: o Google Now. Esse recurso veio para agregar inteligência ao sistema, garantindo informações automáticas de acordo com suas atividades diárias. A ideia principal é antecipar o que o usuário necessita, oferecendo cards úteis com detalhes sobre o clima, viagens e outros tantos. O Google Now foi bem recebido, mas talvez ele não seja tão acessível e simples para todos.

Se você passar algumas horas pesquisando arduamente na Google Play, dificilmente você encontrará algo para substituir o Now, mas há um app em específico que pode ser muito útil e prático: o Aviate. Este software não é tão inteligente (e intrusivo) a ponto de descobrir qual é seu time favorito, mas ele tem algumas cartas na manga.

Apesar de ter algumas similaridades, a proposta do Aviate é um tanto diferente. Na verdade, o Aviate é um launcher que quer facilitar sua rotina diária com a modificação constante da sua área de trabalho. Este app cria espaços diversos com opções que funcionam de forma inteligente e se adaptam de acordo com suas atividades diárias.

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O programa identifica quando você está no trabalho e oferece os apps de que você mais necessita neste ambiente. Na sua casa, ele altera os itens para você não perder tempo navegando no menu e na área de trabalho. Genial, não? A ideia é tão boa que a Yahoo! adquiriu o Aviate, que agora está em sua versão final pronta para todos. O programa recebeu uma série de melhorias desde o lançamento e vamos falar sobre tudo que ele tem de bom neste artigo.

Uma experiência diferente

O primeiro choque está na mudança radical na área de trabalho. Ao instalar o app, você perde a imagem de fundo e a navegação-padrão. O Aviate é dividido em três partes: home (com atalhos, widgets e uma imagem à sua escolha), área inteligente (com apps, recursos e widgets que são úteis durante o seu dia) e coleções (com os programas favoritos separados em categorias).

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Na homescreen do launcher, você pode adicionar mais widgets, criar várias linhas com atalhos e mudar o wallpaper (que se adapta conforme o espaço disponível) utilizando inclusive as sugestões que o Aviate busca no Flickr. Além disso, há um discador rápido com favoritos e ícones rápidos para você realizar chamadas e enviar mensagens. Basta deslizar o dedo de baixo para cima para abrir esta área.

Ao usar o Aviate, você perde o acesso ao menu de aplicativos do Android, mas, fique tranquilo, todos estão disponíveis em uma tela separada, categorizados em ordem alfabética. A adição de widgets também não acontece mais da mesma forma, porém é possível usar todos eles normalmente.

É válido ressaltar que o Aviate apenas transforma sua homescreen, sendo que a barra superior, a tela de bloqueio, as configurações e os demais recursos do Android permanecem intactos.

O diferencial do programa está no uso durante o cotidiano. Ao visitar um restaurante, por exemplo, o Aviate puxa os últimos comentários que as pessoas fizeram sobre o local. Além disso, ele muda os botões principais para: Photo, Post e check-in (este último necessita do Foursquare).

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Ao passar da meia-noite, o Aviate modifica o espaço, adicionando o botão de despertador e um ícone para você colocar o aparelho no modo silencioso. Essa mudança constante na área inteligente é surpreendente, mas pode ser esquisita para quem está acostumado com a antiga forma de usar o Android.

Quando o programa não funciona de forma automática (ou se você está sem conexão de internet), ao deslizar a tela para a direita, há itens que dão acesso aos espaços disponíveis: Settings, Today, Moving, Listening, Work e Nearby. Os demais espaços (Night, Home e de locais encontrados via GPS) só funcionam no modo automático.

Coleções e aplicativos

Ao deslizar para a esquerda, encontramos a tela de coleções. Neste espaço, há diversos apps separados por categorias: redes sociais, jogos, trabalho, música, notícias, culinária, finanças, entretenimento, saúde, rotina matinal, restaurantes, configurações e uma infinidade de outros gêneros. Você define quais devem aparecer e escolhe os apps principais em cada categoria.

O Aviate mostra no máximo 5 itens por linha, mas, quando uma categoria tem mais apps, você pode clicar na setinha para baixo (no canto superior direito) para expandir a lista de programas. Você pode organizar este painel da forma que desejar, colocando, por exemplo, a categoria de jogos ou a das redes sociais no topo.

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Em todas as categorias, há um ícone com o sinal de uma lâmpada (Suggested Apps). Ao clicar neste botão, o Aviate vai indicar algum app interessante (que não esteja instalado em seu aparelho) para você melhorar sua coleção de softwares. O programa usa como base os dados de outros usuários para indicar quais são mais utilizados — o que pode aumentar a chance de encontrar algo útil.

A partir da tela de coleções, deslizando-a mais uma vez para a esquerda, você encontrará a lista dos aplicativos que estão instalados em seu smartphone. O Aviate organiza os itens por ordem alfabética. Ao manter um item pressionado, você pode arrastá-lo para as coleções, para os favoritos (na Home) ou para a lista de apps de um espaço.

Alguns inconvenientes

Uma coisa que pode incomodar os usuários mais exigentes é a falta de personalização. Sim, você pode arrastar ícones de um lado para outro (como no Android), mas não há opções para remover campos específicos de cada espaço ou alterar as funcionalidades dos botões.

De qualquer forma, esta questão já foi bem esclarecida pelos desenvolvedores. A ideia deste launcher não é oferecer personalização total. A grande sacada aqui está em oferecer uma experiência diferente e inteligente. E, certamente, ela funciona muito bem!

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O maior inconveniente deste software está no consumo de bateria. Por se tratar de um app que necessita de GPS e internet (seja via 3G, 4G ou WiFi) para usar os recursos inteligentes, a energia do celular acaba se esgotando com facilidade. Se você gosta de jogar ou usar diversos aplicativos simultaneamente, talvez o Aviate acabe sendo um problema.

Grande potencial

Por ora, o Aviate ainda não conta com tradução para o idioma português, mas não acreditamos que você terá problemas para se acostumar com a interface do programa, que é simples e intuitiva.

Durante nossas verificações, utilizamos um Google Nexus 4 para experimentar os recursos do Aviate. O programa se comportou muito bem no que diz respeito ao consumo de recursos do smartphone. Ele usa cerca de 80 MB de memória RAM (o que varia conforme as coleções, widgets e funções ativas), não interferindo no desempenho geral do sistema. As transições entre os espaços são rápidas e a personalização não apresenta quaisquer problemas.

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O Aviate é um dos launchers mais impressionantes que você pode aproveitar sem pagar absolutamente nada. Ele não substitui todas as funções do Google Now — aliás, é possível acessar o Now normalmente —, mas vem para agregar bons recursos aos usuários que seguem uma rotina que necessita de múltiplos apps. Com as mais recentes mudanças, este app consegue ser um ótimo companheiro para o dia a dia. Vale o teste!

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13 ago 2014

Óculos de realidade virtual da Samsung

Óculos de realidade virtual da Samsung

Há algum tempo já se espera que a Samsung revele um óculos de realidade virtual como o Oculus Rift. O site The Verge diz ter tido acesso à primeira foto do aparelho, que deve ser revelado em setembro deste ano, durante a IFA 2014, mesmo evento em que será apresentado o Galaxy Note 4.

O projeto é semelhante ao projeto Cardboard, do Google, no sentido em que depende de um smartphone para funcionar como visor e oferecer os sensores de movimento. Diferente do projeto do Google é o fato de que o produto da Samsung não é de papelão, claro, já que é um produto que deve ser vendido.

Os óculos têm sido chamados internamente de “Project Moonlight” e teria o envolvimento da Oculus VR, empresa responsável pelo Oculus Rift comprada recentemente pelo Facebook. O Rift usa um display do Galaxy Note 3 em seus modelos mais recentes, indicando que smartphones, atualmente, com telas de alta resolução e sensores precisos estão prontos para alavancar a próxima geração da realidade virtual.

A imagem abaixo indica que o Project Moonlight parece ter um ajuste de foco e se conectará ao celular por meio de uma conexão Micro-USB. A foto também mostra um Galaxy S5, mas tudo indica que o Note 4 também deve ser compatível. Não se o modelo da foto é final e idêntico ao que será apresentado em breve pela Samsung, ou se se trata de um protótipo.

Reprodução

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31 jul 2014

Como instalar o Ubuntu

Como instalar o Ubuntu

Ubuntu 13.10 está deixando muitos usuários curiosos sobre as novidades da versão que vem com interface Unity 7. Se você faz parte deste grupo, acompanhe o tutorial que o TechTudo preparou e saiba como fazer a instalaçao do sistema em seu computador.

Passo 1. Se ainda não tem, baixe a imagem ISO do Ubuntu 13.10 e grave-a em um disco;

Baixando o Ubuntu 13.10 no TechTudo Downloads (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Baixando o Ubuntu 13.10 no TechTudo Downloads (Foto: Reprodução/TechTudo)

Passo 2. Inicialize o computador usando o disco de instalação do Ubuntu;

Passo 3. Quando aparecer a tela do instalador do Ubuntu, desça a barra de rolagem do quadro do lado esquerdo e selecione a linguagem “Português do Brasil”.

Depois, clique no botão “Instalar o Ubuntu” para iniciar a instalação do sistema operacional;

Iniciando o instalador do Ubuntu (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando o instalador do Ubuntu (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 4. Na tela “Preparando para instalar o Ubuntu”, marque as opções convenientes para você. E, em seguida, apenas clique em “Continuar” o processo;

Escolhendo o que mais deverá ser instalado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o que mais deverá ser instalado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 5. Na tela “Tipo de instalação” escolha entre duas opções: se quiser atualizar o Ubuntu, marque a primeira. Se quiser apenas adicionar o novo Ubuntu ao computador, marque a segunda opção; e se desejar apagar o atual Ubuntu e instalar o novo sistema operacional totalmente limpo de informações do anterior, marque a terceira opção.

Neste tutorial será usada, como exemplo, a primeira opção. Clique em “Instalar agora”;

Escolhendo o de instalação a ser usado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o de instalação a ser usado (Foto: Reprodução/Edivald Brito)

Passo 6. Na tela “Onde você está?”, clique no fuso horário da sua região e depois em “Continuar”;

Escolhendo o fuso horário de sua localização (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o fuso horário de sua localização (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 7. Na tela “Disposição do teclado”, escolha o layout do teclado e digite no quadro do meio da tela para testá-lo. Caso seja preciso, é possível pedir para o instalador detectar o layout clicando no botão “Detectar a disposição do teclado”. No final, clique em “Continuar”;

Escolhendo o leiaute do teclado de seu computador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o leiaute do teclado de seu computador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 8. Em “Quem é você?”, é preciso preencher algumas informações para que seja criado o acesso ao sistema. Digite o nome do usuário, do computador, a senha de acesso duas vezes e depois escolha se quer que o sistema peça a senha quando for iniciar uma sessão;

Colocando seus dados para criar uma conta de usuário do sistema (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Colocando seus dados para criar uma conta de usuário do sistema (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 9. Na tela de configuração do Ubuntu One, você pode clicar no botão “Log in later” para continuar a instalação ou digitar seus dados do serviço e clicar no botão “Continuar”.

Se você ainda não tiver uma conta e quiser criar, clique no botão “Continuar” e na próxima tela, preencha os dados necessários;

Configurando o acesso ao Ubuntu One (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Configurando o acesso ao Ubuntu One (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 10. Com essas informações o programa irá continuar a instalação;

Iniciando o processo de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando o processo de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 11. No final do processo, o instalador irá mostrar uma tela avisando que foi concluída a instalação. Clique em “Reiniciar agora” para finalizá-la. Quando aparecer uma tela preta com uma mensagem em letras azuis, tecle “enter” para que o disco seja ejetado e o PC reiniciado.

Finalizando o processo de instalação e reiniciando (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Finalizando o processo de instalação e reiniciando (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Pronto. Agora você já está com o Ubuntu 13.10 instalado e pode começar a conhecer as novidades do sistema que tem interface Unity 7 e conexão com smartphones.

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25 jul 2014

Como pesquisar ou enviar e-mails pela barra de endereços do Chrome

Como pesquisar ou enviar e-mails pela barra de endereços do Chrome

A barra de endereços do Google Chrome tem funções “secretas” para os usuários do Gmail. Além de fazer buscas na Internet ou digitar sites, os internautas podem pesquisar por mensagens ou criar novos e-mails, por meio de atalhos na barra de endereços. Confira a dica e veja como adicionar os recursos.

 

Passo 1. Acesse as opções do Chrome. Para isso, abra o menu do navegador, no canto superior direito, e clique em “Configurações”;

Acesse as configurações do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Localize o item “Pesquisar” e clique em “Gerenciar mecanismos de pesquisa”;

Configurando novo mecanismo de pesquisa (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Role a página até o final. Nos campos em branco, adicione um nome para o novo mecanismo de busca, um atalho no teclado (“gs”, por exemplo) e a seguinte URL: “https://mail.google.com/mail/ca/u/0/#search/%s” (sem as aspas);

Adicionando pesquisa no Gmail (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 4. Para realizar uma busca no Gmail, basta digitar o atalho definido no passo anterior (“gs”, em nosso exemplo), pressionar a barra de espaço, digitar uma palavra ou frase e pressionar Enter para pesquisar. É necessário estar logado em sua conta do Gmail para exibir os resultados;

Realizando pesquisa no Gmail através do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 5. Também é possível criar novas mensagens de e-mail simplesmente digitando o endereço na barra de espaço. Para isso, basta adicionar um novo mecanismo de busca usando a URL “mailto:?to=%s” (sem aspas);

Adicionando mecanismo para criar e-mails pelo Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora) (Foto: Adicionando mecanismo para criar e-mails pelo Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora))

 

Passo 6. Logado em sua conta do Gmail, clique no penúltimo ícone da barra de endereços (à esquerda da estrela) e defina o Gmail como cliente padrão. Para isso, no menu que aparece, marque “Permitir” e clique em “Concluído”;

Definindo o Gmail como cliente padrão (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 7. Por fim, para criar uma nova mensagem direto da barra de endereços do Chrome, basta digitar o atalho, pressionar espaço e digitar o endereço de e-mail. O editor de mensagens do Gmail será aberto com uma nova mensagem endereçada ao contato que você digitou.

Criando novo e-mail através do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Sempre que quiser realizar uma busca no Gmail ou criar uma nova mensagem, basta digitar o atalho configurado.

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