14 ago 2014

Testamos o Aviate, o app que adapta o Android às suas necessidades

Testamos o Aviate, o app que adapta o Android às suas necessidades

Há um bom tempo, recebemos uma grata novidade no Android: o Google Now. Esse recurso veio para agregar inteligência ao sistema, garantindo informações automáticas de acordo com suas atividades diárias. A ideia principal é antecipar o que o usuário necessita, oferecendo cards úteis com detalhes sobre o clima, viagens e outros tantos. O Google Now foi bem recebido, mas talvez ele não seja tão acessível e simples para todos.

Se você passar algumas horas pesquisando arduamente na Google Play, dificilmente você encontrará algo para substituir o Now, mas há um app em específico que pode ser muito útil e prático: o Aviate. Este software não é tão inteligente (e intrusivo) a ponto de descobrir qual é seu time favorito, mas ele tem algumas cartas na manga.

Apesar de ter algumas similaridades, a proposta do Aviate é um tanto diferente. Na verdade, o Aviate é um launcher que quer facilitar sua rotina diária com a modificação constante da sua área de trabalho. Este app cria espaços diversos com opções que funcionam de forma inteligente e se adaptam de acordo com suas atividades diárias.

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O programa identifica quando você está no trabalho e oferece os apps de que você mais necessita neste ambiente. Na sua casa, ele altera os itens para você não perder tempo navegando no menu e na área de trabalho. Genial, não? A ideia é tão boa que a Yahoo! adquiriu o Aviate, que agora está em sua versão final pronta para todos. O programa recebeu uma série de melhorias desde o lançamento e vamos falar sobre tudo que ele tem de bom neste artigo.

Uma experiência diferente

O primeiro choque está na mudança radical na área de trabalho. Ao instalar o app, você perde a imagem de fundo e a navegação-padrão. O Aviate é dividido em três partes: home (com atalhos, widgets e uma imagem à sua escolha), área inteligente (com apps, recursos e widgets que são úteis durante o seu dia) e coleções (com os programas favoritos separados em categorias).

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Na homescreen do launcher, você pode adicionar mais widgets, criar várias linhas com atalhos e mudar o wallpaper (que se adapta conforme o espaço disponível) utilizando inclusive as sugestões que o Aviate busca no Flickr. Além disso, há um discador rápido com favoritos e ícones rápidos para você realizar chamadas e enviar mensagens. Basta deslizar o dedo de baixo para cima para abrir esta área.

Ao usar o Aviate, você perde o acesso ao menu de aplicativos do Android, mas, fique tranquilo, todos estão disponíveis em uma tela separada, categorizados em ordem alfabética. A adição de widgets também não acontece mais da mesma forma, porém é possível usar todos eles normalmente.

É válido ressaltar que o Aviate apenas transforma sua homescreen, sendo que a barra superior, a tela de bloqueio, as configurações e os demais recursos do Android permanecem intactos.

O diferencial do programa está no uso durante o cotidiano. Ao visitar um restaurante, por exemplo, o Aviate puxa os últimos comentários que as pessoas fizeram sobre o local. Além disso, ele muda os botões principais para: Photo, Post e check-in (este último necessita do Foursquare).

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Ao passar da meia-noite, o Aviate modifica o espaço, adicionando o botão de despertador e um ícone para você colocar o aparelho no modo silencioso. Essa mudança constante na área inteligente é surpreendente, mas pode ser esquisita para quem está acostumado com a antiga forma de usar o Android.

Quando o programa não funciona de forma automática (ou se você está sem conexão de internet), ao deslizar a tela para a direita, há itens que dão acesso aos espaços disponíveis: Settings, Today, Moving, Listening, Work e Nearby. Os demais espaços (Night, Home e de locais encontrados via GPS) só funcionam no modo automático.

Coleções e aplicativos

Ao deslizar para a esquerda, encontramos a tela de coleções. Neste espaço, há diversos apps separados por categorias: redes sociais, jogos, trabalho, música, notícias, culinária, finanças, entretenimento, saúde, rotina matinal, restaurantes, configurações e uma infinidade de outros gêneros. Você define quais devem aparecer e escolhe os apps principais em cada categoria.

O Aviate mostra no máximo 5 itens por linha, mas, quando uma categoria tem mais apps, você pode clicar na setinha para baixo (no canto superior direito) para expandir a lista de programas. Você pode organizar este painel da forma que desejar, colocando, por exemplo, a categoria de jogos ou a das redes sociais no topo.

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Em todas as categorias, há um ícone com o sinal de uma lâmpada (Suggested Apps). Ao clicar neste botão, o Aviate vai indicar algum app interessante (que não esteja instalado em seu aparelho) para você melhorar sua coleção de softwares. O programa usa como base os dados de outros usuários para indicar quais são mais utilizados — o que pode aumentar a chance de encontrar algo útil.

A partir da tela de coleções, deslizando-a mais uma vez para a esquerda, você encontrará a lista dos aplicativos que estão instalados em seu smartphone. O Aviate organiza os itens por ordem alfabética. Ao manter um item pressionado, você pode arrastá-lo para as coleções, para os favoritos (na Home) ou para a lista de apps de um espaço.

Alguns inconvenientes

Uma coisa que pode incomodar os usuários mais exigentes é a falta de personalização. Sim, você pode arrastar ícones de um lado para outro (como no Android), mas não há opções para remover campos específicos de cada espaço ou alterar as funcionalidades dos botões.

De qualquer forma, esta questão já foi bem esclarecida pelos desenvolvedores. A ideia deste launcher não é oferecer personalização total. A grande sacada aqui está em oferecer uma experiência diferente e inteligente. E, certamente, ela funciona muito bem!

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O maior inconveniente deste software está no consumo de bateria. Por se tratar de um app que necessita de GPS e internet (seja via 3G, 4G ou WiFi) para usar os recursos inteligentes, a energia do celular acaba se esgotando com facilidade. Se você gosta de jogar ou usar diversos aplicativos simultaneamente, talvez o Aviate acabe sendo um problema.

Grande potencial

Por ora, o Aviate ainda não conta com tradução para o idioma português, mas não acreditamos que você terá problemas para se acostumar com a interface do programa, que é simples e intuitiva.

Durante nossas verificações, utilizamos um Google Nexus 4 para experimentar os recursos do Aviate. O programa se comportou muito bem no que diz respeito ao consumo de recursos do smartphone. Ele usa cerca de 80 MB de memória RAM (o que varia conforme as coleções, widgets e funções ativas), não interferindo no desempenho geral do sistema. As transições entre os espaços são rápidas e a personalização não apresenta quaisquer problemas.

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O Aviate é um dos launchers mais impressionantes que você pode aproveitar sem pagar absolutamente nada. Ele não substitui todas as funções do Google Now — aliás, é possível acessar o Now normalmente —, mas vem para agregar bons recursos aos usuários que seguem uma rotina que necessita de múltiplos apps. Com as mais recentes mudanças, este app consegue ser um ótimo companheiro para o dia a dia. Vale o teste!

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13 ago 2014

Óculos de realidade virtual da Samsung

Óculos de realidade virtual da Samsung

Há algum tempo já se espera que a Samsung revele um óculos de realidade virtual como o Oculus Rift. O site The Verge diz ter tido acesso à primeira foto do aparelho, que deve ser revelado em setembro deste ano, durante a IFA 2014, mesmo evento em que será apresentado o Galaxy Note 4.

O projeto é semelhante ao projeto Cardboard, do Google, no sentido em que depende de um smartphone para funcionar como visor e oferecer os sensores de movimento. Diferente do projeto do Google é o fato de que o produto da Samsung não é de papelão, claro, já que é um produto que deve ser vendido.

Os óculos têm sido chamados internamente de “Project Moonlight” e teria o envolvimento da Oculus VR, empresa responsável pelo Oculus Rift comprada recentemente pelo Facebook. O Rift usa um display do Galaxy Note 3 em seus modelos mais recentes, indicando que smartphones, atualmente, com telas de alta resolução e sensores precisos estão prontos para alavancar a próxima geração da realidade virtual.

A imagem abaixo indica que o Project Moonlight parece ter um ajuste de foco e se conectará ao celular por meio de uma conexão Micro-USB. A foto também mostra um Galaxy S5, mas tudo indica que o Note 4 também deve ser compatível. Não se o modelo da foto é final e idêntico ao que será apresentado em breve pela Samsung, ou se se trata de um protótipo.

Reprodução

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31 jul 2014

Como instalar o Ubuntu

Como instalar o Ubuntu

Ubuntu 13.10 está deixando muitos usuários curiosos sobre as novidades da versão que vem com interface Unity 7. Se você faz parte deste grupo, acompanhe o tutorial que o TechTudo preparou e saiba como fazer a instalaçao do sistema em seu computador.

Passo 1. Se ainda não tem, baixe a imagem ISO do Ubuntu 13.10 e grave-a em um disco;

Baixando o Ubuntu 13.10 no TechTudo Downloads (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Baixando o Ubuntu 13.10 no TechTudo Downloads (Foto: Reprodução/TechTudo)

Passo 2. Inicialize o computador usando o disco de instalação do Ubuntu;

Passo 3. Quando aparecer a tela do instalador do Ubuntu, desça a barra de rolagem do quadro do lado esquerdo e selecione a linguagem “Português do Brasil”.

Depois, clique no botão “Instalar o Ubuntu” para iniciar a instalação do sistema operacional;

Iniciando o instalador do Ubuntu (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando o instalador do Ubuntu (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 4. Na tela “Preparando para instalar o Ubuntu”, marque as opções convenientes para você. E, em seguida, apenas clique em “Continuar” o processo;

Escolhendo o que mais deverá ser instalado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o que mais deverá ser instalado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 5. Na tela “Tipo de instalação” escolha entre duas opções: se quiser atualizar o Ubuntu, marque a primeira. Se quiser apenas adicionar o novo Ubuntu ao computador, marque a segunda opção; e se desejar apagar o atual Ubuntu e instalar o novo sistema operacional totalmente limpo de informações do anterior, marque a terceira opção.

Neste tutorial será usada, como exemplo, a primeira opção. Clique em “Instalar agora”;

Escolhendo o de instalação a ser usado (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o de instalação a ser usado (Foto: Reprodução/Edivald Brito)

Passo 6. Na tela “Onde você está?”, clique no fuso horário da sua região e depois em “Continuar”;

Escolhendo o fuso horário de sua localização (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o fuso horário de sua localização (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 7. Na tela “Disposição do teclado”, escolha o layout do teclado e digite no quadro do meio da tela para testá-lo. Caso seja preciso, é possível pedir para o instalador detectar o layout clicando no botão “Detectar a disposição do teclado”. No final, clique em “Continuar”;

Escolhendo o leiaute do teclado de seu computador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o leiaute do teclado de seu computador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 8. Em “Quem é você?”, é preciso preencher algumas informações para que seja criado o acesso ao sistema. Digite o nome do usuário, do computador, a senha de acesso duas vezes e depois escolha se quer que o sistema peça a senha quando for iniciar uma sessão;

Colocando seus dados para criar uma conta de usuário do sistema (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Colocando seus dados para criar uma conta de usuário do sistema (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 9. Na tela de configuração do Ubuntu One, você pode clicar no botão “Log in later” para continuar a instalação ou digitar seus dados do serviço e clicar no botão “Continuar”.

Se você ainda não tiver uma conta e quiser criar, clique no botão “Continuar” e na próxima tela, preencha os dados necessários;

Configurando o acesso ao Ubuntu One (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Configurando o acesso ao Ubuntu One (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 10. Com essas informações o programa irá continuar a instalação;

Iniciando o processo de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando o processo de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Passo 11. No final do processo, o instalador irá mostrar uma tela avisando que foi concluída a instalação. Clique em “Reiniciar agora” para finalizá-la. Quando aparecer uma tela preta com uma mensagem em letras azuis, tecle “enter” para que o disco seja ejetado e o PC reiniciado.

Finalizando o processo de instalação e reiniciando (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Finalizando o processo de instalação e reiniciando (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)

Pronto. Agora você já está com o Ubuntu 13.10 instalado e pode começar a conhecer as novidades do sistema que tem interface Unity 7 e conexão com smartphones.

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25 jul 2014

Como pesquisar ou enviar e-mails pela barra de endereços do Chrome

Como pesquisar ou enviar e-mails pela barra de endereços do Chrome

A barra de endereços do Google Chrome tem funções “secretas” para os usuários do Gmail. Além de fazer buscas na Internet ou digitar sites, os internautas podem pesquisar por mensagens ou criar novos e-mails, por meio de atalhos na barra de endereços. Confira a dica e veja como adicionar os recursos.

 

Passo 1. Acesse as opções do Chrome. Para isso, abra o menu do navegador, no canto superior direito, e clique em “Configurações”;

Acesse as configurações do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Localize o item “Pesquisar” e clique em “Gerenciar mecanismos de pesquisa”;

Configurando novo mecanismo de pesquisa (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Role a página até o final. Nos campos em branco, adicione um nome para o novo mecanismo de busca, um atalho no teclado (“gs”, por exemplo) e a seguinte URL: “https://mail.google.com/mail/ca/u/0/#search/%s” (sem as aspas);

Adicionando pesquisa no Gmail (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 4. Para realizar uma busca no Gmail, basta digitar o atalho definido no passo anterior (“gs”, em nosso exemplo), pressionar a barra de espaço, digitar uma palavra ou frase e pressionar Enter para pesquisar. É necessário estar logado em sua conta do Gmail para exibir os resultados;

Realizando pesquisa no Gmail através do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 5. Também é possível criar novas mensagens de e-mail simplesmente digitando o endereço na barra de espaço. Para isso, basta adicionar um novo mecanismo de busca usando a URL “mailto:?to=%s” (sem aspas);

Adicionando mecanismo para criar e-mails pelo Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora) (Foto: Adicionando mecanismo para criar e-mails pelo Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora))

 

Passo 6. Logado em sua conta do Gmail, clique no penúltimo ícone da barra de endereços (à esquerda da estrela) e defina o Gmail como cliente padrão. Para isso, no menu que aparece, marque “Permitir” e clique em “Concluído”;

Definindo o Gmail como cliente padrão (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 7. Por fim, para criar uma nova mensagem direto da barra de endereços do Chrome, basta digitar o atalho, pressionar espaço e digitar o endereço de e-mail. O editor de mensagens do Gmail será aberto com uma nova mensagem endereçada ao contato que você digitou.

Criando novo e-mail através do Chrome (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Sempre que quiser realizar uma busca no Gmail ou criar uma nova mensagem, basta digitar o atalho configurado.

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24 jul 2014

Justiça determina aumento salarial para profissionais de TI em SP

Justiça determina aumento salarial para profissionais de TI em SP
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou nesta segunda-feira o dissídio coletivo da categoria de TI do estado de São Paulo. A sentença da Justiça atendeu as principais reivindicações dos trabalhadores: reajuste salarial linear de 7,5%, obrigatoriedade de apresentação de proposta de Participação em Lucros e Resultados (PLR), vale refeição de R$ 15 e aumento de 8% para os pisos.Todas as conquistas são retroativas a 1º de janeiro, a data base da categoria. Além disso, as empresas ficam obrigadas a pagar o dia parado durante a greve e a estabilidade de 90 dias após o julgamento do dissídio para os funcionários está garantida.
“É uma grande vitória para os trabalhadores da categoria. Foram diversas tentativas de acordo, mas o sindicato patronal foi inflexível durante toda a negociação, utilizando justificativas irreais como crescimento baixo do setor. Espero que agora eles entendam que o profissional quer ser respeitado e valorizado”, afirma Antonio Neto, presidente do Sindpd (Sindicato dos Trabalhadores de Tecnologia da Informação).Outro fator importante para a decisão do tribunal foi o número de acordos coletivos firmados entre o Sindpd e as empresas do setor desde fevereiro. Mais de 500 foram assinados e já contemplavam os índices determinados no julgamento. “A Justiça decidiu estender para toda a categoria as condições já fechadas com diversas companhias, o que indicava a total viabilidade dos índices pedidos”, completa Neto.

Rodadas de Negociações
Após cinco rodadas da negociação salarial dos trabalhadores de TI em 2014, foi pedida a suspensão de novas reuniões devido ao impedimento de se chegar a um acordo. O sindicato patronal se manteve intransigente em oferecer reajuste salarial maior que 6,5%, índice considerado baixo pelo Sindpd.
Assembleia (Estado de Greve)
Mais de 800 trabalhadores de tecnologia da informação aprovaram a paralisação da categoria em assembleia realizada no dia 15 de fevereiro pelo Sindpd. Na ocasião, os profissionais decidiram decretar greve e ingresso de dissídio coletivo na Justiça do Trabalho. O Sindpd informou as empresas com 72h de antecedência às paralisações e negociou o contingente mínimo de trabalhadores que seria mantido nas companhias cujos serviços são considerados essenciais, como determina a Lei de Greve.
Mobilizações
As paralisações do dia de greve da categoria de TI de São Paulo (21/02) atingiram grande parte do setor. O Sindpd esteve nas principais empresas com sede na capital e no interior. Muitos trabalhadores aderiram à greve e algumas empresas tiveram adesão total, respeitando apenas o contingente mínimo que determina a Lei de Greve. Como o caso da Prodam, responsável pelos sistemas de tecnologia da Informação da cidade de São Paulo, onde todos os funcionários participaram da assembleia nesta manhã para definir a escala de 1/3 do total de funcionários que deve permanecer em seus postos.
Audiência de Conciliação no Ministério Público do TrabalhoA audiência de conciliação marcada pelo Tribunal Regional do Trabalho foi realizada na tarde do primeiro dia de greve da categoria (21/02), mas terminou sem acordo entre o Sindpd e o Seprosp. Diante do impasse, o dissídio coletivo da categoria foi encaminhado para julgamento.

Por solicitação do Tribunal e do Ministério Público do Trabalho, o Sindpd concordou em suspender as paralisações até a resolução, mas ficou mantido o estado de greve, o que garantiu a estabilidade de emprego dos funcionários e a realização de novas ações, caso fossem julgadas necessárias.

Durante a audiência, o TRT tentou de todas as formas uma conciliação e propôs que o Seprosp elevasse o reajuste salarial para 7,5% e de 8% para os pisos, VR de R$ 15 diários para todos os trabalhadores e obrigatoriedade de abertura de negociação de PLR também para todas as empresas, patamares estes considerados como mínimos pelo Sindpd. O sindicato patronal não aceitou fechar acordo com esses índices.

 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/42833/42833

Matéria publicada por: Ricardo Faustino

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23 jul 2014

Tudo sobre WebP, o ‘novo JPEG’

Tudo sobre WebP, o ‘novo JPEG’

Na semana passada a Mozilla anunciou que o Facebook decidiu apostar em seu compressor de imagens que garante deixar o JPEG ainda menor, mas com qualidade. A notícia soa positiva para a internet, já que as imagens tomam espaço demais da rede e diminuí-las, portanto, é uma coisa boa. Mas também houve prejudicados com isso, sendo o Google talvez o principal deles.

Ao informar que Mark Zuckerberg investiria US$ 60 milhões no mozjpeg, seu compressor, a Mozilla reafirmou que não entende como positiva a iniciativa do Google de tentar substituir o JPG por outro formato, algo que a gigante de buscas propõe desde 2010.

Naquele ano foi apresentado o WebP, formato 26% menor que o PNG e entre 25% e 34% menor que o JPG, que suporta transparência e animações, portanto, poderia substituir JPG, PNG e GIF com qualidade e leveza. Ele surgiu por acidente enquanto o Google trabalhava num formato de vídeos chamado WebM, que é baseado no codec VP8, e percebeu que esse formato comprimia os quadros muito bem, então resolveu estudar sua aplicação em imagens.

Reprodução

Recentemente o GigaOM listou uma série de dados favoráveis ao WebP. O carregamento do YouTube ficou 10% mais rápido desde que as miniaturas dos vídeos foram trocadas por ele; o Google mesmo economiza muitos terabytes de banda por ter adotado o formato na Chrome App Store, o que ainda reduziu o tempo de carregamento em quase 1/3. E, por tirar o JPG dos aplicativos móveis do Google+, a empresa passou a economizar 50 TB de dados por dia.

A Netflix também adotou a novidade para carregar as miniaturas dos vídeos mais rapidamente, o Ebay e até o Facebook apostam no WebP, já que o colocou em seus aplicativos móveis. Mesmo assim, há ceticismo quanto à atitude de se mudar toda a estrutura da internet.

Não é só a Mozilla que desconfia do WebP, tanto que 54% dos navegadores não oferecem suporte nativo a ele, incluindo obviamente o Firefox, mas também o Internet Explorer e o Safari – um gigante dos PCs e um dos dispositivos móveis.

No caso da Mozilla, a fundação reconhece algumas qualidades do formato, mas entende que o mais importante é a eficiência de compressão – por isso o investimento no mozjpeg – e não está convencida de que os recursos do WebP são fortes o suficiente para ele se tornar o novo padrão da internet, porque isso acarretaria num longo processo de adaptação e desencadearia problemas de compatibilidade.

O que não parece incomodar a Microsoft, que não oferece suporte ao formato porque ela inventou um próprio, chamado JPEG XR, que é usado no Internet Explorer. E a Apple mantém seu costumeiro desinteresse por criações do Google. No fim, a atitude de cada uma contribui ainda mais para a fragmentação, enquanto o Facebook joga dos dois lados e pode se dar bem com qualquer um deles.

Só que a rede social também já enfrentou problemas. No começo do ano, algumas páginas passaram a contar com WebP ao invés de JPG, mas quando usuários baixavam as imagens, descobriam que o formato não era aceito. O Facebook, então, voltou ao JPG, mas o Google agiu rapidamente, transformando o Chrome em visualizador padrão de WebP nos computadores.

Fora isso, a Mozilla tem razão quando reclama das capacidades de compressão do formato, porque a codificação de WebP exige mais poder de computação do que o JPG – o que o Google promete melhorar, mas diz que se trata de um preço justo em nome da economia de banda.

Se vai se tornar padrão ou não, é difícil dizer, mas o fato é que o WebP está ajudando a deixar a internet mais rápida. Ele é aceito pelo Android e pelo iOS, além dos navegadores Chrome e Opera, então é possível que se torne escolha mais óbvia no mercado móvel, pelo menos enquanto o JPG ainda reina na web.

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23 jul 2014

Tails: conheça o sistema operacional que Snowden utiliza para fugir da NSA

Tails: conheça o sistema operacional que Snowden utiliza para fugir da NSA

O nome de Edward Snowden anda aparecendo em notícias relacionadas aos atos de espionagem dos Estados Unidos há algum tempo. Isso porque o rapaz, que já trabalhou para a NSA, vazou diversos documentos sigilosos da organização, com o objetivo de mostrar ao mundo o que os EUA estavam fazendo através da internet.

Contudo, você já se perguntou como Snowden consegue utilizar a internet sem ser rastreado? De acordo com informações do site Wired, parte dos esforços do exilado para manter a sua localização exata em segredo é feita com o sistema operacional Tails. Dessa maneira, eles consegue impedir que os EUA monitorem as suas atividades.

Esse software é uma versão modificada do Linux, com foco extremo na segurança e privacidade do usuário. Além disso, o programa cabe dentro de um pendrive, DVD ou SD, possibilitando a utilização em qualquer máquina — com isso, você estaria seguro em computadores de uma lan house, por exemplo.

Vários níveis de proteção

Para que isso realmente aconteça, o sistema operacional passa toda a conexão pelo pacote Tor, impedindo que outras pessoas rastreiem você. Como uma espécie de reforço, os emails são criptografados por OpenPGP (padrão aberto de criptografia), enquanto mensagens de chats são protegidas por Off-the-Record (criptografia voltada para mensagens instantâneas).

Caso você esteja se perguntando, o Tails não permite que dados sejam salvos no computador que você estiver utilizando. Tudo fica guardado na memória RAM, a não ser que você dê o comando para que algo seja guardado de forma permanente. No entanto, o sistema não é à prova de erros, tanto que os seus desenvolvedores o indicam apenas para atividades que realmente envolvam o anonimato.

Se você é uma pessoa que tem segredos para guardar e ficou interessado no assunto, clique aqui para conferir alguns passos de instalação e uso.

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03 jul 2014

Android L: tudo sobre a nova versão do sistema operacional

Android L: tudo sobre a nova versão do sistema operacional

Conforme já havia sido anunciado anteriormente pela Google, a empresa aproveitou o evento I/O 2014 para apresentar detalhes sobre a nova versão do sistema operacional Android. Para introduzir as novidades, Sundar Pichai subiu ao palco da apresentação, deixando logo clara a intenção da companhia em conquistar a preferência das 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo que ainda não utilizam a plataforma mobile.

Chamada simplesmente de Android L, a atualização da plataforma tem a intenção de quebrar barreiras e oferecer experiências que fujam dos limites de tablets e smartphones, também incorporando páginas da internet e experiências oferecidas por desktops tradicionais. Para conquistar esse objetivo, a empresa criou nada menos que 5 mil APIs novas que vão ajudar desenvolvedores a repensar a maneira como um sistema operacional funciona.

Material design: filosofia que integra diferentes plataformas

Usando cores chamativas, a nova interface Material Design usa inspiração em materiais como papel e tinta para possibilitar a criação de uma experiência integrada que abrange diferentes meios de interação. Com um visual limpo e simples, a novidade brinca com a profundidade de pixels, adotando recursos que ajudam a dar profundidade para os elementos mostrados pelos aparelhos que usam o Android L.

A Google segue uma filosofia de design que permite que elementos se expandam e se transformem de forma inteligente. Além disso, a companhia tornou mais rápida e inteligente a integração entre elementos pertencentes a diferentes aplicativos — softwares construídos com base na nova versão da plataforma vão poder conversar entre si de maneira inédita, bastando ao usuário arrastar itens de uma janela para outra para que esse processo ocorra.

Para tornar suas criações ainda mais atrativas e interativas, desenvolvedores agora podem “brincar” com o valor de elevação de um elemento, trabalhando com sombras reais e fontes de luz dinâmicas. Outra novidade fica por conta da inclusão de uma gama mais variada de animações, que podem ser acionadas a partir de qualquer tela, sejam elas pertencentes ou não a algum aplicativo.

 

Um dos pontos destacados pela empresa durante a apresentação é o fato de que todas as experiências construídas com base no Material Design são capazes de rodar a 60 quadros por segundo constantes — algo que não seria possível realizar em 2013. Segundo a Google, a nova interface está recheada de pequenos elementos sutis que, na prática, fazem uma grande diferença para o usuário.

Para obter uma experiência integrada entre o Android L e páginas da internet, a empresa desenvolveu a biblioteca de interfaces Polymer. Além disso, a companhia passou a disponibilizar em seu espaço de desenvolvedores novos “guias de boas maneiras” que ajudam a criar a visão unificada sonhada por ela — material que já está disponível no site Google.com/design.

O maior lançamento da história do Android

Prometendo oferecer mudanças em praticamente todos os aspectos que tornaram a plataforma um sucesso, o Android L conta com novos widgets, animações e elementos tridimensionais que prometem oferecer uma experiência única aos desenvolvedores interessados.

Para exemplificar como essas novidades se aplicam na prática, a companhia mostrou relances do novo discador do sistema operacional. Adotando cores vibrantes e diversas sombras, o recurso permite destacar facilmente o histórico de ligações ou realizar chamadas — além disso, a interface modificada possibilita o acesso fácil a qualquer elemento e oculta de forma dinâmica itens que não contribuem para a tarefa que o usuário está realizando.

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A Google também exibiu um sistema de notificações aprimorado, que aproveita o espaço disponível na tela de bloqueio para mostrar mensagens de email, textos SMS, ligações perdidas e outros itens. Qualquer uma dessas opções pode ser dispensada com um simples movimento do dedo, e um toque sobre um aviso específico faz com que ele seja aberto rapidamente no aplicativo correspondente.

Outras novidades ficam por conta do “Heads Up Notifications”, sistema interativo que surge quando você está usando algum aplicativo, e do novo conceito de destravamento inteligente — a partir de elementos como aparelhos com conexão Bluetooth, comandos de voz e localizações específicas, o sistema dispensa o usuário de inserir um código PIN para poder acessar o que seu gadget tem a oferecer.

Nova maneira de pensar a web

Ciente de que o número de usuários ativos do Chrome que usam plataformas móveis só aumenta — atualmente, 300 milhões de pessoas usam constantemente o navegador através do Android —, a Google decidiu aumentar a integração entre seu sistema e a internet. Através da biblioteca Polymer, a empresa permite a criação de páginas que compartilham as mesmas animações, o mesmo visual e a mesma organização apresentados pelo Android L.

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A empresa também repensou seu sistema multitarefas, que agora permite o acesso direto a sites de internet a partir da aba “recentes” do sistema operacional — o que garante a transição mais rápida entre aplicativos e conteúdos online. Outra novidade fica por conta da possibilidade de que o mesmo software ocupe múltiplos espaços nessa área, cada um deles responsável por permitir o acesso a uma função específica.

O Android L também muda a maneira como o sistema trabalha com links, que agora têm acesso direto a aplicativos instalados em seu smartphone ou tablet — recurso que será disponibilizado a todos os desenvolvedores interessados. Além disso, agora é possível ter acesso rápido a conteúdos públicos disponibilizados em sua conta na rede Google+, e uma API integrada faz com que o sistema registre os apps que você utilizou para realizar tarefas no passado.

Desempenho ainda melhor

Construído para oferecer uma experiência realmente multiplataforma, o Android L é compatível com as arquiteturas ARM, x86 e MIPs e pode trabalhar com sistemas de 64 bits. O novo runtime adotado pela plataforma (conhecido como ART) adota ferramentas aprimoradas de detecção e eliminação de lixo e um novo sistema de alocação de memória para melhorar o desempenho de aparelhos e reduzir as pausas de execução testemunhadas pelos usuários.

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